Leitura da crispação presidencial

A questão do estatuto dos Açores abalou os fundamentos éticos do relacionamento entre os órgãos de soberania, segundo Cavaco.

Dois investigadores sociais fazem uma leitura das razões do Presidente para dramatizar o caso.

Nota: Curiosamente, Dias Loureiro desapareceu da comunicação social.

Comentários

e-pá! disse…
Para mim (que não sou sociólogo) a "crispação" entronca-se numa provável concepção presidencial sobre a existência de uma fictícia hierarquia (entre esses mesmos poderes).
E, vivendo todos na mesma casa (da democracia), são autónomos, há uma separação (de Direito).
E de facto, só há espaço para o diálogo (institucional).

Vale a pena citar Pessoa:
"Querer não é poder. Quem pôde, quis antes de poder só depois de poder. Quem quer nunca há-de poder, porque se perde em querer."
in Livro do Desassossego

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