O Governo, António Borges e as privatizações

O cadáver de António Borges deixou o esqueleto no armário da coligação apostada em desmantelar o Estado, em Portugal.

O homem que Cavaco preferia a Durão Barroso, para PM, foi quem sondou Vítor Gaspar para ministro das Finanças e foi recompensado com a atribuição à sua empresa de consultadoria, ABDL, da gestão das privatizações do Estado.

Os negócios obscuros, entre este Governo e o falecido António Borges, terminaram com a morte do último, em agosto de 2012, “por acordo entre as partes”.

O ministério das Finanças está a usar expedientes para evitar o acesso jornalístico ao obscuro contrato.

A jornalista Fernanda Câncio aguça hoje, no DN, a curiosidade  sobre o contrato cuja caducidade, por morte de António Borges, poupou mais de 25 mil euros mensais ao Estado que não precisou de manter os serviços através de outra empresa.

Estes estarolas vão deixar muitos esqueletos à espera de exumação urgente.

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