"É ESCUSADO. NÃO POSSO TER OUTRO PARTIDO SENÃO O DA LIBERDADE" -
MIGUEL TORGA
Lugares exóticos
Por
PONTE EUROPA
-
Hoje recordei-me de um país sem acesso ao mar e pouco conhecido. A comunicação social só se interessou por ele enquanto foi seu presidente Jean Bedel Bokassa, presumível antropófago.
Carlos Esperança
Comentários
Anónimo disse…
Realmente concordo com o Carlos Esperança, esse Bokassa foi incrívrel, até mesmo para para aquilo a que os negros já nos habituaram.
Anónimo disse…
país?
Em áfrica só conheço alguns paises. os do magreb e a etiópia e pouco mais...
Porque na minha definição de país está a de nação que será algo como uma grande tribo, e a maior parte dos países africanos foram concebidos pelos europeus do final do séc XIX, regúa e esquadro, portanto não serão nunca países isto porque não têm definida uma cultura uniforme, nem sequer linguas e tribos.
Portanto são países problemáticos que não conseguem se uniformizar..
Agora há outros que estando uniformizados querem a todo o gáz destruir! Como por exemplo Portugal!
Promovendo divisões étnicas num país outrora homogéneo...
Se isto é o verdadeiro socialismo transformar nações em territórios para se viver, eu não serei nunca socialista!
é isto a marcha do progresso? transformar a europa em áfrica?
Senhor que escreveu isto, interrogo-me se é isto que pretende de Portugal...
António Carlos
Anónimo disse…
Caro Esperança... E que tal ires lá passar umas férias por tempo indeterminado!!! Deve haver por lá Internet e assim continuavas a deliciar-nos com o teu Blog, à distância... Ass: jotinha empenhado na vitória do Dr. Carlos Encarnação.
Anónimo disse…
Caro Jotinha:
«Não há nada sob a roda do sol». A pena de banimento já existiu. Hoje não. Vivemos em demcracia há 31 anos.
Mas é um gosto conversar com jotinhas. Com nazis é que não. Cumprimentos.
P.S. Os que perceberam este post dedicado ao País de Bokassa não o comentaram.
Li no excelente blogue De Rerum Natura , num post de Carlos Fiolhais , o seguinte: «De facto, o candidato a rei é autor de um opúsculo laudatório do Beato Nuno, onde se pode ler esta pérola: “Q uando passava de Tomar a caminho de Aljubarrota, a 13 de Agosto de 1385, D. Nuno foi atraído a Cova da Iria, onde, na companhia dos seus cavaleiros, viu os cavalos do exército ajoelhar, no mesmo local onde, 532 anos mais tarde, durante as conhecidas Aparições Marianas, Deus operou o Milagre do Sol» (“D. Nuno de Santa Maria - O Santo” , ACD Editores, 2005).»
Fiquei maravilhado com o que li e, sobretudo, por saber que o Sr. Duarte Pio escreve.
O Sr. Duarte Pio, suíço alemão, da família Bourbon, imigrante nacionalizado português pela conivência de Salazar e pelo cumprimento do Serviço Militar Obrigatório, podia emprestar a imagem às revistas do coração mas precaver-se contra a ideia de publicar opúsculos.
Claro que não é necessário saber falar para escrever e, muito menos, ...
Antes das 11 horas da manhã, uma numerosa comitiva de polícias, militares da GNR, e alguns outros do Exército, tomaram posições em frente à Igreja de Santa Cruz. Bem ataviados esperavam a hora de deixarem a posição de pé e mergulharem de joelhos no interior do templo do mosteiro beneditino cuja reconstrução e redecoração por D. Manuel lhe deu uma incomparável beleza. Não era a beleza arquitetónica que os movia, era a organização preparada de um golpe de fé definido pelo calendário litúrgico da Igreja católica e decidido pelas hierarquias policiais e castrenses. Não foi uma homenagem a Marte que já foi o deus da guerra, foi um ato pio ao deus católico que também aprecia a exibição de uniformes e a devoção policial. No salazarismo, durante a guerra colonial, quando as pátrias dos outros eram também nossas, não havia batalhão que não levasse padre. Podia lá morrer-se sem um último sacramento!? Éramos o país onde os alimentos podiam chegar estragados, mas a alma teria de seguir lim...
Comentários
Em áfrica só conheço alguns paises.
os do magreb e a etiópia e pouco mais...
Porque na minha definição de país está a de nação que será algo como uma grande tribo, e a maior parte dos países africanos foram concebidos pelos europeus do final do séc XIX, regúa e esquadro, portanto não serão nunca países isto porque não têm definida uma cultura uniforme, nem sequer linguas e tribos.
Portanto são países problemáticos que não conseguem se uniformizar..
Agora há outros que estando uniformizados querem a todo o gáz destruir!
Como por exemplo Portugal!
Promovendo divisões étnicas num país outrora homogéneo...
Se isto é o verdadeiro socialismo transformar nações em territórios para se viver, eu não serei nunca socialista!
é isto a marcha do progresso?
transformar a europa em áfrica?
Senhor que escreveu isto, interrogo-me se é isto que pretende de Portugal...
António Carlos
E que tal ires lá passar umas férias por tempo indeterminado!!!
Deve haver por lá Internet e assim continuavas a deliciar-nos com o teu Blog, à distância...
Ass: jotinha empenhado na vitória do Dr. Carlos Encarnação.
«Não há nada sob a roda do sol». A pena de banimento já existiu. Hoje não.
Vivemos em demcracia há 31 anos.
Mas é um gosto conversar com jotinhas. Com nazis é que não.
Cumprimentos.
P.S. Os que perceberam este post dedicado ao País de Bokassa não o comentaram.
Comprendite!
António Carlos
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