Férias judiciais.

O governo pode reduzir as férias judiciais. É um direito que deve ser exercido sem constrangimentos intoleráveis. Porém, a decidir assim, vai pelo caminho errado.

Comentários

desanimado disse…
Em férias ficou a Violante ... Situação caricata que mostra a capacidade estrambólica de Chaves e Castro em jogar com o seu partido através da CMC. Um néscio !
Anónimo disse…
a carla ou a tereta??
Carlos Felício:

Não tenho ainda o gosto de o conhecer e espero , em breve, satisfazer esse desejo.

Mas deixe-me fazer-lhe uma pergunta como colega do «Ponte Europa»:

O PS só faz coisas más e os seus dirigentes ou destacados cidadãos só fazem asneiras?

Eu, que não sou do PS, tenho uma ideia diferente.
Anónimo disse…
Felício:
O país precisa de desenvolver-se e de aumentar o nível de produtividade, principalmente na A.P.
No caso dos tribunais constata-se um avolumar de processos, que se arrastam durante meses e anos incompreensivelmente.
As férias judiciais não vêm melhorar a situação, pois como é do conhecimento geral só os processos urgentes têm tramitação. E tendo em conta a actual conjectura é importante o empenhamento de todos, sem excepção.
Se é verdade que alguns tribunais aproveitam este período para "arrumar a casa", então isto significa que estamos perante mais um dos problemas do sistema judicial.
É necessário avaliar as necessidades de cada serviço e desenvolver uma gestão e redistribuição correcta dos recursos humanos pelos tribunais por forma a que estes atinjam uma performance tal que contribua para melhorar a imagem interna e externa deste sistema.
Se tivermos um sistema eficiente e eficaz para que são necessárias as férias judiciais?
Portugal e a justiça só teriam a ganhar!
Anónimo disse…
O que seria do Carlos Felício se não fosse militante do PS e não pensasse pela sua cabeça? Provavelmente, sem prejuízo da sua inteligência, seria extraditado para a China.
Eu que não sou militante do PS, admiro o Carlos Felício como militante do PS e como homem livre.
Bem prega "Frei" Carlos Esperança: faz como ele diz, não faças como ele faz.
Carlos Felício disse…
Carlos Esperança:

Sou militante do PS, e desde há muito defensor do Sócrates para SG, vejo nele a necessária "obstinação" para dirigir e se afirmar, no entanto sou livre de dizer o que minha consciência dita. Se os dirigentes do PS entenderem que ultrapassei os limites, que promovam o competente processo disciplinar com vista ao meu afastamento. Se houver um único reparo de um dirigente do PS, nesse dia deixarei o partido.

Eu onde vejo asneira ou má decisão aviso. Sejam eles dos partidos que forem. Em primeiro Portugal.

Quanto às férias judiciais só tenho a dizer que é um falso problema, demagogia pura e dura. Quem trabalha nos Tribunais sabe que se continua a trabalhar no período de pausa nos actos judiciais. Quem tem processos "a sério" sabe disso.

Aliás, os Advogados são os primeiros a precisar dessas férias, e eles são liberais, absolutamente livres do Estado e da sua "mesa".

Antes de tudo a liberdade.
Anónimo disse…
Caro Carlos Felício:
Meu caro Amigo:

Sendo nós tão diferentes, não sendo eu do PS nem de partido nenhum, mas ao mesmo tempo de fortes convicções, sinto-me muito próximo de ti. Admiro-te pela tua coragem, porque, em ti, até as pedras falam!

Um abraço,
Anónimo disse…
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