Um arquipélago à deriva

Foto da página oficial de propaganda de A. J. Jardim

Os aspectos rascas de quem devia ser almocreve e foi eleito presidente de um Governo Regional, a quem a República concedeu excessiva autonomia, sobressaem em períodos de crise.

Cavalgando a onda do descontentamento e da sua própria incapacidade para sustentar o regabofe da Madeira, Alberto João Jardim reitera as afirmações racistas e reincide numa xenofobia primária a lembrar o sinistro Le Pen, em França.

No dia em que o embaixador chinês em Portugal deu como ultrapassado o incidente, o imponderado Conselheiro de Estado reafirmou que não quer imigrantes chineses na Madeira, como se tivesse autoridade, poder ou capacidade para o impedir.

As indelicadezas para com o líder nacional do PSD são um assunto interno do PSD, que demora a afirmar-se com capacidade para ser Governo. Mas os dislates e a reincidência num intolerável comportamento que compromete o nome de Portugal e a dignidade dos portugueses, merecem que o Governo e o Presidente da República tomem medidas para salvar a face do País.

A necessidade de pessoas com recta formação moral e esmerada educação terem de se confrontar com os desmandos do soba insular, cria uma situação de melindre no quadro onde a inimputabilidade é o resultado da excessiva autonomia quer lhe foi outorgada.

Uma coisa é certa. Alberto João Jardim não está à altura das responsabilidades do cargo.

Carlos Esperança

Comentários

desanimado disse…
Independência OBRIGATÓRIA para a madeira JÁ ! Então se veria a coragem do fanfarrão ...
Anónimo disse…
Senhor Carlos Esperança!
Com todo o respeito que me merece,
definitivamente, o Dr. Jardim incomoda-o. Ainda bem.
Já reparei que ele é, de longe, a pessoa mais visada neste seu blog.
Parece que as suas preocupações se consubstanciam apenas no Dr. Alberto João.
Poucos políticos estão à altura da sua obra.
Vá à Madeira e perceba por si.
O resto são fait divers, que se não existissem, muitos blogs não teriam assunto e muitos jornalistas já teriam ido para o desemprego por não terem em quem espumar a suas raivas.
E conhecendo-o como o conheço (ao Dr. Jardim) ele está já de calças na mão por via do medo das suas diatribes contra ele e de muitos como o senhor...
Deixe-o em paz, que ele nem sabe que o Sr. Carlos Esperança existe!
Preocupe-se com a sua/nossa Coimbra que, por exemplo, está bem longe da vida e do desenvolvimento do Funchal, sendo cidades de dimensão praticamente igual.

Cumprimentos
Manuel Nóbrega
(Madeirense na Lusa-atenas)
Anónimo disse…
E POR COIMBRA...NADA?
Senhor Manuel da Nóbrega:

Não me preocupa que o Prof. Dr. Alberto João Jardim me não conheça.

Preocupa-me o populismo, a má criação e a perda de sanidade mental que aparenta.

Mas preocupa-me mais que o racismo e a xenofobia não incomodem o Sr. Manuel Nóbrega. Será uma questão de idiossincrasia insular?

Conheço bem a Madeira e acompanhei o seu desenvolvimento que honra Portugal.

Mas isso justifica a falta de tino, a linguagem de taberna e o desvario político do Governador?

Apoiarei os partidos políticos que restabeleçam a autoridade democrática na Madeira. Conheço as situações de medo e a figura menor de Jaime Ramos.

Temos de ser vigilantes.
Anónimo disse…
Senhor carlos Esperança voçê é completamente racista!

anti português mas racista!

senão vejamos...

O que lucra portugal com as tais
lojas chinocas?


1 + emprego?
2 + fábricas?
3 maior desequilibrio na nossa balança comercial?

De todos estes pontos o único verdadeiro é o 3, os outros são incorrectos...
como é óbvio tráz mais desemprego e menos fábricas competitivas

Agora pensamos mais um pouco...
Porque razão é que temos de destruir todo o nosso pequeno comercio para termos cá chinocas?
para quÊ?
para aumentarmos a nossa diversidade étnica?

Olha que os chineses não são como os portuguese e digo lhe já que eles formam micro guetos sem trocas e sem relacionamento inter culturas.
não acredita?
É a verdade!

Outras étnias como os africanos contactam fácilmente com os portugueses (nunca um africano consciente se considerará portuguÊs), nem que seja através dos tais "arrastões", a maior parte destes serão micro arrastões com pelo menos 3 interpretes que são coisa vulgar na grande urbe que é lisboa...

eu já sofri 4 e todos da minha familia sofreram pelo menos 1-2 vezes.

Agora eu pergunto porque fazem eles isto?
porque são desprezados pela sociedade?

pois é o branco é sempre o racista...
não será tolerantes como o senhor o FOCO PRINCIPAL de todos estes problemas e de todos os problemas futuros?

Eu venho de uma familia socialista, que desanimada está a repensar nesta democracia PODRE, que tenta representar todos os povos menos o que nos interessa os portugueses!

repito Portugal é de todos?
se acha que sim então eu julgo um autêntico RACISTA que quer destruir a cultura nacional...

hip-hop em substituição de fado pode parecer atraente para o senhor, se o fado é mourisco e se retirou muita influência de africa não quer dizer que se mate completamente este fado por algo que não tem sequer uma única contribuição de portugueses...

Vil país é este e vil moralidade é esta que certos individuos julgam-se possuidores da moralidade e da consciência por serem tolerantes até infinito...

TOLEREM O INTOLERAVEL E SERÂO INTOLERÀVEIS!

Senhor dono deste blog eu acho-o completamente intolerante!
António Carlos - Lisboa

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