Congresso PSD-M visto por um leitor
O mio babbino caro,
Se aquele “arrazoado” que se ouviu XII Congresso dos PSD/M é política, vou dar uma volta e já venho. Mais me parecia uma ária da famosa ópera "O mio babbino caro" de Puccini.
Na verdade o Congresso madeirense nada teve a ver com política, nomeadamente com política regional, nada teve a ver com os problemas insulares, com as regiões periféricas da Europa, com os problemas das migrações intercontinentais, etc.
Foi o FESTIVAL DA BOÇALIDADE!
Onde se realça a esperteza (quanto mais saloia mais aplaudida).Onde gravidade da rouquidão significa gritar mais alto impropérios contar os do "contenente",
Onde se caldeia uma caldeirada de tudo quanto é abjecto:a exaltação da venialidade, o endeusamento da foleirice, a exibição verbal da brutalidade, os truques de polichinelo, as veladas mas permanentes ameaças a facto de continuar a existir (consome injustificadamente direitos), a injúria sistemática, etc.
No meio disto tudo o que faz o presidente do PSD nacional?- mantêm-se superior , determinado e deixa dizer tudo – mas mesmo tudo - à sua volta.
Esta pérola:
"licenciado em Medicina, feito todos os exames, frequentado uma universidade pública e nunca ter passado receitas em nome de nenhum colega","Dr. Filipe Menezes - sem entrar nos desbocamentos do seu comparsa de partido - queira entender que V.Exª., já não é médico, é um mero licenciado em Medicina - e como tal não devia passar receitas...
Todavia, Filipe Menezes passa o dia debitando prescrições dispersas, contraditórias e obsoletas genéricas e como se não bastasse coloca-se ao lado de Alberto João Jardim que julga poder ofender tudo e todos (o que reconheça-se tem feito impunemente).
É o mio babbino caro …
a) e-pá
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