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O Sr. Duarte Pio e o opúsculo
Por
Carlos Esperança
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Li no excelente blogue De Rerum Natura , num post de Carlos Fiolhais , o seguinte: «De facto, o candidato a rei é autor de um opúsculo laudatório do Beato Nuno, onde se pode ler esta pérola: “Q uando passava de Tomar a caminho de Aljubarrota, a 13 de Agosto de 1385, D. Nuno foi atraído a Cova da Iria, onde, na companhia dos seus cavaleiros, viu os cavalos do exército ajoelhar, no mesmo local onde, 532 anos mais tarde, durante as conhecidas Aparições Marianas, Deus operou o Milagre do Sol» (“D. Nuno de Santa Maria - O Santo” , ACD Editores, 2005).»
Fiquei maravilhado com o que li e, sobretudo, por saber que o Sr. Duarte Pio escreve.
O Sr. Duarte Pio, suíço alemão, da família Bourbon, imigrante nacionalizado português pela conivência de Salazar e pelo cumprimento do Serviço Militar Obrigatório, podia emprestar a imagem às revistas do coração mas precaver-se contra a ideia de publicar opúsculos.
Claro que não é necessário saber falar para escrever e, muito menos, ...
Notícias do dia
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Carlos Esperança
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Comentários
Não Carlos Esperança, não é nada disso.
A vida não é só uma luta entre o "bem" e o "mal" de cada um, também há sexo...
Como diria André Gide, homem que teve de calcorrear o Norte de África, para realizar a sua sensibilidade homosexual que, a par da escrita, vive intesamente, apesar da rigida uma puritana educação protestante que recebeu, nestes casos:
"O mal nunca está no amor..."
Está, por exemplo, noutra foto. A das Lajes. Lembram-se?
Bolas!!! Isso é uma visão etnocêntrica, no mínimo. E já que você também é dos que gosta de fazer induções, será que Aznar também teve que “trottoir” Paris para realizar uma escapadela extraconjugal?
Quanto à foto das Lajes, só lhe posso dizer que “A dificuldade na vida é tomarmos a sério a mesma coisa durante tempo de mais” André Gide
Obrigado pelo “contentamento” demonstrado por esta minha reaparição, caro e-pá.
Então caímos nisto:
Oh! Fruição paradisíaca de cada instante!
André Gide
Há que fruir cada momento porque um gajo só é pobre até ao S. João!