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A FRASE
Por
Carlos Esperança
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A descolonização trágica e a colonização virtuosa
Por
Carlos Esperança
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Ramalho Eanes referiu como trágica a descolonização em que «milhares de pessoas foram obrigadas a partir para um país que não era o seu». Tem razão o ex-PR cujo papel importante na democracia e o silêncio o agigantou depois da infeliz aventura por interposta esposa na criação do PRD e da adesão à Opus Dei, sempre por intermédio da devota e reacionaríssima consorte, que devolveu o agnóstico ao redil da Igreja. Eanes distinguiu-se no 25 de novembro, como Dinis de Almeida no 11 de março, ambos em obediência à cadeia de comando: Costa Gomes/Conselho da Revolução . Foi sob as ordens de Costa Gomes e de Vasco Lourenço, então governador militar de Lisboa, que, nesse dia, comandou no terreno as tropas da RML. Mereceu, por isso, ser candidato a PR indigitado pelo grupo dos 9 e apoiado pelo PS que, bem ou mal, foi o partido que promoveu a manifestação da Fonte Luminosa, atrás da qual se esconderam o PSD e o CDS. Foi nele que votei contra o patibular candidato do PSD/CDS, o general Soares...
Comentários
Ora, agora como já não existe URSS, deve ser uma manobra da China...ou da Índia, para prejudicar os EUA.
Quanto à especulação imobiliária e a enorme "bolha" criada que, quando rebentou pôs em causa o equilibrio da economia mundial, lançando imensas famílias na miséria, resta-lhe virar-se para o Ocidente, como o mulçulmanos o fazem para Meca.
O Sr. JCE saberá que hoje muitas famílias americanas, depois de terem perdido as suas casas, estão acampadas em tendas improvisadas ao longo dos States?
Estão em Santa Barbara, Chattanooga (Tennessee), Columbus (Ohio), San Diego, etc.
A TV americana não mostra isso!
Ficamos com as imagens das reuniões de N York e Washington com Henry Paulson, secretário do Tesouro, a prometer injecções massivas de capitais para chegar rapidamente à "acalmia" financeira.
Nos EUA quando usam o termo "massivas", fico de pé atrás...
A auto-regulação é um mito em que já nem a direita moderada acredita.
Que o diga Bush ou o BCE.