O problema é a TAC não captar a alma

VATICANO - O jornal L'Osservatore Romano defendeu em seu editorial que a declaração de "morte cerebral" não pode mais ser parâmetro para definir o fim de uma vida, e deve ser revista, em virtude dos novos avanços científicos.

Comentários

e-pá! disse…
Chega! Foram 2 milénios...

As questões deontológicas e as verificações biológicas sobre a morte, devem ser tratadas por técnicos credenciados e habilitados.
É isso que os avanços científicos e técnicos mostram.
E não (como sugere L'Osservatore Romano) por líderes espirituais e religiosos (ou cientistas seus aficcionados) que estão habilitados para cerinómias litúrgicas e, continuam a viver no passado, pensando que têm uma palavra a dizer, sobre questões biológicas e interpretações deontológicas subjectivas ou objectivas versando o complicado tema da vida.

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