Governador do Banco de Portugal

Acusado de ter actuado tarde contra as administrações do BCP e do BPN, não teriam faltado queixas de perseguição, respectivamente ao Opus Dei e ao PSD, se, acaso, tivesse intervindo antes.
Paulo Portas, da Moderna e da Amostra, não deixaria de denunciar a interferência do BP nas empresas privadas e a tendência gonçalvista do actual Governo.
Comentários
"O banco central de Cabo Verde avisou, em Março deste ano, o BdP para suspeitas de irregularidades na relação entre o BPN e o Banco Insular."
A informação é de João Carlos Fidalgo, director do Departamento de Supervisão daquele banco africano.
A ser verdade, não me compete confirmar mas gostaria que fosse investigado, há da parte do BdP no mínimo negligência grave.
Continuaram, junto ao BdP, da parte do Banco Central de Cabo Verde as acusações sobre irregularidades do BPN e Banco Insular.
Só em Setembro o BdP apresentou queixa no MP.
Mais de meio ano para analisar e verificar é demasiado.
Pagamos bem. Mereciamos ser melhor servidos.
Mas atenção! Confundir o BdP com o Dr. Vitor Constâncio é pôr de lado uma estrutura organizada e departamentada por onde passou a "nata" dos economistas portugueses e alguns dos quais hoje ocupam os mais relevantes cargos públicos, na banca pública e privada.
Hipócritas são algumas das considerações feitas por Miguel Cadilhe em relação ao BdP, porque também lá tendo feito uma "perninha" (com direito a reforma), sabe do que a casa gasta...
Não é bonito atirar areia para os olhos dos outros...~
Ficar pelas questões BPN / BdP pode interessar ao Dr. Paulo Portas ou aos oportunistas do PSD (metidos neste escândalo até ao pescoço).
O que importa saber são os resultados das investigações da Operação Furacão, onde lá está o BPN e outros bancos privados nacionais que continuam a laborar, candidamente, na nossa praça.
Paulo Portas quer ficar pelo BPN... e pelo Dr. Constâncio. Aliás tem para este último um destino: despachá-lo, em alta velocidade, para casa.
Faz-lhe falta a Dra. Celeste no Governo e o Sr. Adelino na PJ.
Não vá ser um caso de eventual fraude bancária e acabarmos por abrir uma caixa de Pandora.
Não será?