Ramalho Eanes referiu como trágica a descolonização em que «milhares de pessoas foram obrigadas a partir para um país que não era o seu». Tem razão o ex-PR cujo papel importante na democracia e o silêncio o agigantou depois da infeliz aventura por interposta esposa na criação do PRD e da adesão à Opus Dei, sempre por intermédio da devota e reacionaríssima consorte, que devolveu o agnóstico ao redil da Igreja. Eanes distinguiu-se no 25 de novembro, como Dinis de Almeida no 11 de março, ambos em obediência à cadeia de comando: Costa Gomes/Conselho da Revolução . Foi sob as ordens de Costa Gomes e de Vasco Lourenço, então governador militar de Lisboa, que, nesse dia, comandou no terreno as tropas da RML. Mereceu, por isso, ser candidato a PR indigitado pelo grupo dos 9 e apoiado pelo PS que, bem ou mal, foi o partido que promoveu a manifestação da Fonte Luminosa, atrás da qual se esconderam o PSD e o CDS. Foi nele que votei contra o patibular candidato do PSD/CDS, o general Soares...
Comentários
Sempre foi de direita.
Bom ano.
Uf!
Bom Ano!
MFerrer
Conheço o Crespo - de ginjeira. Estive na RTP a pedido dele para fazer diversos comentários de internacional. E viajámos juntos à Jamba, para entrevistar o Savimbi, um de cada vez, como é óbvio...
Somos amigos, mas ele é redondamente P-A-R-V-O. E penso que nem ele sabe se é da direita - ou o que isso é...
Entrado este 2009 de má cara, volto ao teu blogue com os desejos de que, apesar de tudo, os 365 dias que já começaram a correr sejam os melhores possíveis. Continuarei a visitar-te, dentro, claro, das minhas possibilidades que não são muitas. Por isso, sigo-te e espero que faças o mesmo comigo. Muito obrigado
Abs
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Este é quase um texto standard para poder chegar a todos os Amigos. Peço que o aceites.