Direitos de Paternidade

O triste desenrolar do "caso Esmeralda" continua.

O problema básico é o atraso das decisões judiciais e o não cumprimento das mesmas.

O Estado português permitiu - foi cúmplice mesmo! - o afastamento de uma criança do seu pai, que dura há vários anos.

Já é difícil reparar os danos que foram causados à vida deste pai e daquela criança. Muito difícil.
Mas, ao menos, que venha uma palavra sábia e justa do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos e que o Estado português seja devidamente condenado!

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