Doutrina política
“Os EUA são um aliado, uma democracia. O Iraque não é nem uma coisa nem outra. Quando há um aliado de Portugal num conflito militar, temos certas obrigações e não as podemos esquecer.”
Durão Barroso – Luxemburgo 10-03-2003
Nota: Quem esquece os criminosos que invadiram o Iraque torna-se cúmplice.
Durão Barroso – Luxemburgo 10-03-2003
Nota: Quem esquece os criminosos que invadiram o Iraque torna-se cúmplice.
Comentários
Independentemente do facto de qualquer português, em princípio, dever sentir-se orgulhoso por um nacional ocupar um cargo com algum relevo, neste caso, os espúrios motivos que o conduziram às actuais funções anulam a distinção.
Uma coisa são distinções por mérito, outra é a paga de favores.
A época de Durão Barroso, está indelevelmente ligada a G.W. Bush.
Com a mudança política em Washington é natural que, a nova Administração americana, sinta algumas perplexidades.
Na UE, onde os líderes dos 27 na cimeira de Dezembro – sob a presidência de Sarkozy – referiram que: “o processo de nomeação da futura Comissão terá início depois das eleições do Parlamento Europeu, que terão lugar em 4 e 7 Junho de 2009”.
Hoje, Sarkozy, fala em "candidaturas" (no plural) e liga o processo de nomeação ao novo referendo ao Tratado de Lisbioa pela Irlanda.
Portanto, lá para o Outono...
Nessa altura, se o novo referendo ratificar o Tratado de Lisboa, não teríamos uma solitária nomeação, mas um "pacote" de nomeações:
- a presidência da Comissão Europeia;
- o presidente do Conselho Europeu
- o Alto-representante para a Política Externa da UE.
Conseguir o consenso dso 27, tendo em conta critérios políticos, geográficos e de eficácia no combate à crise financeira, económica e social, será uma situação multifactorial, como parâmetros novos que, inegávelmente, fragilizará a posição de Barroso.
Vamos ver...
Seria o último dos 4 "moicanos" a cair...