Ramalho Eanes referiu como trágica a descolonização em que «milhares de pessoas foram obrigadas a partir para um país que não era o seu». Tem razão o ex-PR cujo papel importante na democracia e o silêncio o agigantou depois da infeliz aventura por interposta esposa na criação do PRD e da adesão à Opus Dei, sempre por intermédio da devota e reacionaríssima consorte, que devolveu o agnóstico ao redil da Igreja. Eanes distinguiu-se no 25 de novembro, como Dinis de Almeida no 11 de março, ambos em obediência à cadeia de comando: Costa Gomes/Conselho da Revolução . Foi sob as ordens de Costa Gomes e de Vasco Lourenço, então governador militar de Lisboa, que, nesse dia, comandou no terreno as tropas da RML. Mereceu, por isso, ser candidato a PR indigitado pelo grupo dos 9 e apoiado pelo PS que, bem ou mal, foi o partido que promoveu a manifestação da Fonte Luminosa, atrás da qual se esconderam o PSD e o CDS. Foi nele que votei contra o patibular candidato do PSD/CDS, o general Soares...
Comentários
Caro CE
Vou marcar-lhe uma consulta de oftalmologia, imediatamente, dado que você está com graves problemas de visão. A não ser que sua sintomatologia seja na área da compreensão e apreensão do que o rodeia…
Veja lá se consegue ler isto sem óculos e a uma distância normal do monitor do pc:
«As decisões e as escolhas feitas por cientistas ou grupos de cientistas serão governadas por aquilo a que aqueles indivíduos ou grupos atribuem valor. Numa dada situação não há um critério universal que dite uma decisão logicamente convincente para o cientista "racional". Uma compreensão das escolhas feitas por um cientista específico requererá uma compreensão daquilo que o cientista valoriza e envolverá uma investigação psicológica, enquanto as escolhas feitas por uma comunidade dependerão daquilo que ela valoriza e uma compreensão destas escolhas envolverá uma investigação sociológica.» in http://aartedepensar.com/leit_chalmers.html
Com tanta acidez ainda fica pior da úlcera péptica
Acresce que o catedrático em causa é da área do PSD.
A pergunta é: qual a percentagem de "homossexuais não assumidos" no País?
É elevada; baixa; média?
Os "homossexuais não assumidos" no inquérito epidemiológico que precede a doacção de sangue, revelam a sua opção sexual?
Se a incidência de "não assumidos" (não estamos a discutir as razões) for elevada, como creio, esta determinação é uma rábula.
Interessa também definir o que são "comportamentos de risco".
Riscos em relação a quê? À infeccção por HIV? Ou, p. exº, as viagens pelo continente africano?
Suponho que esta alteração das normas sobre dadores de sangue vai ao encontro das declarações do Dr. Henrique de Barros, coordenador Nacional para a infeccção HIV/SIDA, na Conferência VIH Portugal 2009:
"Há uma tendência para menos infecção entre utilizadores de drogas, uma tendência para aumentar a infecção entre homens que têm sexo com homens e alguma estabilização e até aparente diminuição da chamada transmissão entre sexos"
Será?
Sabemos ke a SIDA atinge heteros tbm
O Coordenador Nacional para a Infecção VIH/sida, Henrique Barros, disse hoje que "não há razões" para excluir qualquer grupo de pessoas da doação de sangue e lembrou que já não existem grupos de risco, uma vez que os homossexuais não têm uma taxa de HIV superior aos heterossexuais. Reagia assim a uma resposta do Ministério da Saúde (MS) ao Bloco de Esquerda onde se lia que a recusa de dádivas de sangue dadores masculinos que declarem ter tido relações homossexuais tem fundamentação científica.
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