Bomba atómica financeira à beira da explosão


Na comunicação interna em que deu conta do seu pedido de demissão aos funcionários do Banco Privado Português (BPP), a equipa liderada por Fernando Adão da Fonseca justificou a sua decisão com "o provável cenário de insolvência do banco" que resulta da recusa do Governo em relação às quatro propostas apresentadas pela gestão para solucionar o problema do banco.

Comentários

e-pá! disse…
Fernando Adão da Fonseca, em nome do BPP, não prestou declarações sobre um provável quadro de insolvência do banco que, diga-se de passagem, nunca foi linearmente afastado.

Mas, Adão da Fonseca, foi mais longe - previu uma insurreição.
Penso que promovida pelos accionistas e pelos clientes do banco que o "admirável" gestor Rendeiro levou à falência (sejamos directos).

Nunca pensou que essa atitude insurrecional - que tão minuciosamente desenha - possa surgir do lado dos contribuintes portugueses, fartos de contribuir para esta espécie de quermesse ou, se quisermos, para este peditório?

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