Debt Crisis Watch Turns to Portugal…


Landon Thomas Jr. é um perito financeiro que, na actualidade, exerce as funções de correspondente do The New York Times, em Londres. Faz a cobertura das áreas do Oriente Médio, Europa e da City de Londres.
Foi, no passado, repórter do jornal The Times na Wall Street, trabalhou nas revistas York, The New York Observer, Smart e Money. Exerceu funções como gerente de fundos do Banco de Investimentos Morgan Stanley, especializado em mercados emergentes. Frequentou o Middlebury College, em Vermont (USA) e a Johns Hopkins School of Advanced International Studies, em Washington.

No passado dia 15 de Abril escreveu um artigo de opinião, com o título em epígrafe, no New York Times, secção Europa, rubrica Global Business. link

Esse artigo assinala Portugal como um dos próximos alvos dos especuladores financeiros, uma vez aprovado o “pacote de resgate” da Grécia, com a intervenção da UE (zona euro) e do FMI.

Alertou, nesse artigo, para alguns “sinais” que considerou preocupantes:

a) As taxas de juro das obrigações do Tesouro, a 10 anos, para Portugal, atingiram na passada quinta-feira os 4,5 %;
b) Uma eventual “colagem” de Portugal à Grécia no que diz respeito às armadilhas de uma dívida demasiado elevada, uma fraca competitividade da economia e, finalmente, um crescimento estagnado.
c) Baixas taxas de poupança em relação com o PIB: 6 % para a Grécia e 7,5 %para Portugal … (Como exemplo, o valor dessas taxas para outros Países da zona Euro: Itália, França, Espanha e Alemanha, são, respectivamente, 17,5%, 19%, 20% e 23%).

Os “alertas” constantes deste artigo de Landon Thomas Jr foram, categoricamente, desmentidos pelo Ministro das Finanças português Teixeira dos Santos…

Resta-nos esperar que, Landon Thomas Jr., esteja, de facto, equivocado.

Comentários

andrepereira disse…
ou aumentar os enfermeiros, manter os SAP's abertos em cada esquina; não difundir os genéricos, Manter os hospitais sem rei nem roque, sem liderança e respeito pelo contribuinte; continuar a esbanjar dinheiro em obras de fachada; as famílias continuando a desbaratar recursos vivendo acima das posses, voando em massa para o Brasil, como se o mundo acabasse amanhã; consumindo petróleo como doidos, desprezando os transportes públicos; ou mantendo os benefícios fiscais para as famílias que preferem a escola privada e o médico privadoe ainda quer fazer um PPR com o 14.º mês...

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