Relações entre Cuba e EUA

A abertura das relações entre Cuba e os EUA é uma vitória do pragmatismo e do bom senso, uma decisão que enobrece Obama, o fim de uma medida injusta acicatada pelo ódio dos exilados de Miami.

Como foi possível castigar o povo cubano por causa do seu regime quando as relações com a Arábia Saudita permanecem?

A alteração das relações não significa o fim definitivo, nem sequer o termo do boicote, porque  obriga a que as duas câmaras, Senado e Câmara dos Representantes, declarem o fim do bloqueio, ao que os Republicanos, maioritários nas duas Câmaras, se opõem.

Obama pode, no entanto, através de decisões executivas, aliviar a violência do bloqueio e tornar menos penosas as condições de vida em Cuba.

Seria injusto não manifestar regozijo por esta decisão, saudando Obama, Raul Castro e o Papa Francisco que compreendeu e intercedeu pelo fim do drama que tem dilacerado o povo de um país do continente americano.

Deixo outras leituras a quem se move por catecismos rígidos e preconceitos ideológicos.

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