Companhia de Jesus

O espanhol Adolfo Nicolás, 71 anos, foi eleito novo superior da Companhia de Jesus, sucedendo ao holandês Peter-Hans Kolvenbach, que renunciou ao cargo que ocupou durante 24 anos.

Comentários

e-pá! disse…
A eleição deste "Papa Negro" - na verdade, um caucasiano sucessor a um saxónico - poderá ser um facto importante para os equilibrios no interior da Igreja (ICAR).

Quanto ao reflexos políticos e sociais, para além do domínio que detem a Companhia de Jesus sobre os Cavaleiros da Ordem de Malta e posições relevantes na Ciência e no Ensino Superior e Universitário, em todo o Mundo, não são tão visíveis - pelo menos nas venais negociatas - como a Opus Dei.

Este novo "Papa Negro" traduz o interesse que, neste momento, o Oriente, desperta no Mundo. É um profundo conhecedor do Mundo Oriental e, este facto, pode não ser estranho à sua eleição. Na Igreja não há ponto sem nó.

Ãparentemente, têm uma intervenção discreta, mas quiçá influente, na sociedade secular.

Não é do conhecimento público - mas são muitas as especulações - sobre o estado actual das relações entre os jesuitas e o Vaticano.

Em Portugal estudamos pouco sobre os jesuítas, talvez ainda sob os efeitos da maldição decretada pelo Marquês de Pombal...
E, claramente, apercebemo-nos disso - do seu "espirito bandeirante" - quando, por exemplo, visitamos o Brasil e tropeçamos na presença jesuíta, a cada canto - nas cidades, vilas e sertão.

Um assunto interessante para, com moderação e civilidade, discutir.
Anónimo disse…
Castellano de Palencia

Mensagens populares deste blogue

Goldman Sachs, política e terrorismo financeiro

Miranda do Corvo, 11 de setembro

Maria Luís e a falta de vergonha desta direita