BCP - A reforma do Millennium


O ex-presidente da Comissão Executiva (CEO) do Banco Comercial Português (BCP), Paulo Teixeira Pinto, saiu há cinco meses do grupo com uma indemnização de 10 milhões de euros e com o compromisso de receber até final de vida uma pensão anual equivalente a 500 mil euros, diz o jornal «Público».

Comentários

Anónimo disse…
Como se sente um reformado, um desempregado,e uma das muitas famílias que mal ganha para comer??
Este e outros casos iguais......dá REVOLTA!!!!!!!!
Anónimo disse…
Este é um caso evidente de chulice...uma indemnização super astronómica, ainda por cima uma pensão vitalícia, completamente disparatada.

O que dirá um português, atirado para a pré-reforma, aos 55 anos de idade, com um balde cheio de m****, na mão ?

Esta é a sociedade que este partido socialista, está a construír...grandes vigaristas...grandes pulhas...bandisos inqualificáveis.
Carlos Esperança disse…
Segundo anónimo:

É legítimo não gostar do PS mas o que tem a ver o Governo com a reforma de Teixeira Pinto?

Algum senso crítico ajuda a credibilizar as críticas justas.
pré-socrático disse…
«mas o que tem a ver o Governo com a reforma de Teixeira Pinto»


No mínimo o que se pode dizer é que este PS não vê qualquer razão para contestar estas reformas milionárias. Pelo contrário, pois como disse o Jorge Coelho (em sintonia com a cassete de direita do Pacheco Pereira e do Lobo Xavier) o que o preocupa não são os salários (ou as reformas, já agora) milionárias, que só diriam respeito às empresas privadas e ao mercado. Porque, como continua essa cassete, quem diz o contrário só pode ser invejoso e não quer premiar quem tem mérito.
No máximo o que se pode dizer é que este PS só legisla para tornar mais dificil a reforma de quem trabalhou uma vida inteira, para tornar mais difícil o direito ao subsídio de desemprego, para tornar mais fácil a precarização do emprego, e que considera que os privilegiados da nossa sociedade são os funcionários públicos.
É esta a orientação da esquerda moderna...
Anónimo disse…
Carlos Esperança

"É legítimo não gostar do PS mas o que tem a ver o Governo com a reforma de Teixeira Pinto?"

Um governo que governa, não devia permitir semelhantes cavalidades...a reforma de Teixeira Pinto, é um atentado, ao penalizado povo português.
O governo com a sua passividade permite coisas inimagináveis, como esta.

O senso crítico, obriga-me a dizer-lhe, caro Esperança, que este governo, está ao lado do capital e contra os portugueses.
ahp disse…
O BCP e os seus accionistas parasitam os seus clientes; e o Dr. Teixeira Pinto e restante cáfila de administradores parasitam os accionistas do BCP. Não vejo o que tenha o Governo a ver com isso
Anónimo disse…
Carlos Esperança;

Neste ponto não estou de acordo consigo.
O PS tem culpa, na medida em que não contesta e até apoia. Porquê?
Porque também tem boys para alimentar.
Os gestores das empresas públicas ou semi-públicas ou empresas públicas disfarçadas de SA, são, segundo dizem, os mais bem pagos da Europa.Os governos do PS e do PSD( não tem havido outros)através dos elementos que colocam nesses lugares,patrocinam e apoiam essas " agressões sociais".
Veja-se também o Banco de Portugal e as brutas reformas antecipadas que proporciona.
Isto é aviltante, desonesto, repugnante.Os pobres cada vez com mais dificuldades e a clique politico-partidária e empresarial de topo cada vez mais ricos.As dificuldades, o desemprego, os malandros calaceiros que ganham miseràvelmente são os maus da fita;a elite, os barões... são os sacrificados.E o PS não tem culpa?
Ai tem, tem!
Veríssimo
Carlos Esperança disse…
Veríssimo:

Estou de acordo consigo na generalidade.

No caso BCP discordo em absoluto.

Trata-se de um banco privado onde as participações do Estado são irrelevantes para definir a política de remunerações.

Isto não quer dizer que os gestores se não prorejam uns aos outros.
Anónimo disse…
“Aos 50 anos de idade e com 20 anos de descontos como Deputado, Marques Mendes acaba de requerer a Pensão a que tem «direito», no valor mensal vitalício de 2.905 euros mensais. Com direito a tudo, um trabalhador normal tem de trabalhar até aos 65 anos e ter uma carreira contributiva completa durante 40 anos para obter uma reforma de 80% da remuneração média da sua carreira contributiva. Até quando vamos suportar toda esta cáfila de parasitas, que desavergonhadamente espoliam e esgotam o sustentáculo da nação, que é a classe média… Permita-se uma pequena interrogação: E o pobre do Zé Povinho? É sustentáculo de quê? Da classe média?”

Mais um chulo, afinal, não há dinheiro para a reforma dos portugueses e para estes parasitas, é à fartazana.

Que trite país o meu...dass

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