Amnistía Internacional

El artículo 104 del Código Penal iraní describe que la pena con la que se castigará el "delito" del adulterio será la lapidación. Para ello se usarán piedras "no tan grandes como para matar a la persona de uno o dos golpes, ni tan pequeñas como para no poder considerarlas piedras". En el artículo 102 se detalla que para ejecutar este castigo, en el caso de un hombre, se le enterrará en el suelo hasta la cintura, y en el caso de las mujeres, hasta el pecho.

Amnistía Internacional lanza hoy el informe contra la lapidación en Irán, mientras, al menos 11 personas, están condenadas.

Tu firma es una herramienta útil. Úsala para que podamos desterrar este castigo cruel. Sólo necesitarás dedicar un minuto de tu tiempo. Además si puedes, reenvía esta campaña a todos tus contactos.

De todo corazón, gracias.

Esteban BeltránDirector - Amnistía Internacional

Adenda: Outro protesto da Amnistia Internacional.
Desta vez, contra a vergonhosa situação que se vive em Guantánamo.

Comentários

Anónimo disse…
Pois claro.
É um acto cívico e humanista assinar a petição.
Não sei se surtirá grande efeito.
Aquela malta lá pelo Irão, é meio parecida com o AJJ da Madeira, para quem a democracia é palavra vã...
Quanto aos Direitos Humanos nem vê-los !!!
Ben, quanto aos Direitos Humanos,são estilo Bush e CIA Lda
Vamos assinar a petição?
Claro que vamos!
E eu vou já!
Anónimo disse…
Esta disposição "legal"(!)viola os mais elementares normas de direito internacional vigente.É absolutamente incrível que a ONU tolere uma coisa destas. Tal "norma", só por si,justificava uma intervenção militar no país onde vigora, depois de previamente esgotadas as vias pacíficas para convencer as respectivas autoridades a revogá-la. Infelizmente o direito internacional tem pouca força, sobretudo devido à falta de vontade de alguns Estados para o impor coercivamente, se os meios não coercivos se revelarem insuficientes.
Anónimo disse…
É por causa dos Guantanamos e outras coisas do género que algumas potências ditas "democráticas" não têm autoridade moral para fazer cumprir as regras impostas pelo direito internacional.

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