Um país disfuncional

A Ordem dos Advogados, através da sua bastonária, acusou o ministério da Justiça de inventar uma alegada «sabotagem do Citius» para «manipular a opinião pública a seu favor», tratando-se de «uma manobra política que correu mal, mas cujo objetivo era queimar duas pessoas em praça pública».

Não exclui tratar-se de «denúncia caluniosa» que pretendeu criar «bodes expiatórios»”, podendo «configurar crime».

Não sei porquê, veio-me à memória o mal esclarecido processo das escutas de Sócrates ao PR, envolvendo o assessor presidencial Fernando Lima e José Manuel Fernandes, um exemplo de coerência ética, que era diretor do Público. As escutas nunca existiram.

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