Abriu a caixa de Pandora

Comentários

Anónimo disse…
CE:

Em política é sempre assim!
Quando se enevereda pela via das cedências caminha-se, de "aranjos" em "arranjos", até à derrota final.
É o precurso que Timor está a fazer sob a batuta de Xanana, em consonância com interesses da Austrália e da Igreja. Isto só para citar os mais poderosos e, portanto, os mais visíveis.

Os vários partidos na oposição à maioria parlamentar da Fretilin, não se contentam com a cabeça de Alkatiri. Vão exigir (sempre) mais porque, não tenhamos qualquer dúvida, a legalidade constitucional foi (ingenuamente?)ferida por Xanana. E, nesta situação, passou a valer tudo.

Cabe aqui uma pergunta simples: Ramos Horta responde perante o Parlamento ou, sendo um 1º. ministro de "iniciativa" presidencial, presta contas a Xanana?
Trata-se de outro "atropelo" constitucional?

A oposição mostra claras intenções de aproveitar a "onda" de instabilidade política e o laxismo indiciado por Xanana na aplicação da lei Fundamental.

E, a "onda" - para os partidos na oposição - não se esbate com a exigência de eleições legislativas.
A "onda" irá, inevitavelmente, atingir Xanana.
Como as eleições, para já, são tecnicamente impossíveis de se realizarem, Xanana, vai ser atingido mais cedo do que seria de esperar. Este, quando for atingido - a política tem destas coisas - vai sentir, também, a recriminação da Fretilin.
E o que adiante se verá.

A imagem da "caixa de Pandora", é adequada...
Xanana "tocou" onde não devia, isto é, na legitimidade constitucional.
Dessa caixa saíu o pior dos males:
"o mal que acaba com a esperança."
Mano 69 disse…
Xanana Gusmão não fez apenas uma viragem política, prestou-se a presidir a comícios do seu partido organizados em conjunto com a igreja católica, a Austrália e Portugal tendo como pretexto a sedição, um acto de proselitismo inventado por um governante.

Hummmmmmmmmmmmmmm
Onde é que eu já li isto?
Anónimo disse…
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