As desastradas declarações do Cardeal Policarpo tiveram involuntariamente o mérito de provocar a discussão sobre o papel da Igreja Católica, normalmente poupada à crítica porque os próprios partidos e outras organizações de esquerda - que de portas a dentro consideram, e bem, que "a religião é o ópio do povo" - têm medo de a criticar publicamente, dada a grande influência que ainda tem.
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