O problema é que não há pobres a viverem na Praceta ou mesmo perto dela... E a responsabilização do morador da Praceta que colocou o sofá na rua? O animal não sabe que existe recolha de "monstros" pelos serviços camarários? Pobre sofá só e abandonado.
P.S.: Carlos Esperança agora que é o feliz detentor/utilizador de uma máquina fotográfica digital será que vai abrir novos horizontes no berloque?
Anónimo disse…
Do que é que está à espera? Vá, força, mãos à obra.
É pá eu até ajudava o pior é que o médico não me deixa fazer esforços em vão...
Anónimo disse…
Aguardamos com alguma impaciência a "postada" do blogueiro Esperança sobre o anúncio feito pelo político com nome de filósofo... Será vingança?... Será teimosia?... Porque será?...
Anónimo disse…
Não será uma nova versão do mobiliário urbano, a condizer com as flores por tudo lado, e às luxuosas (majestosas) rotundas?
Anónimo disse…
nao... porque em relação ao mobiliario urbano esse grande vulto da politica socialista, Manuel Machado, deixou os contratos todos fechados por varios anos!!!
Anónimo disse…
Eu compreendo o rancor para com Manuel Machado.
A comparação é dolorosa para quem veio depois.
As saudades dos munícipes são superiores aos ódios de estimação que ainda mantém.
Nunca mais houve uma maioria absoluta nem com más companhias (CDS/PPM).
Anónimo disse…
No meu tempo a praceta servia só para jogar á bola, não havia espaço para lixo, vidrões ou viaturas estacionadas em cima do "campo". Que saudades eu tenho dos melhores anos!
Li no excelente blogue De Rerum Natura , num post de Carlos Fiolhais , o seguinte: «De facto, o candidato a rei é autor de um opúsculo laudatório do Beato Nuno, onde se pode ler esta pérola: “Q uando passava de Tomar a caminho de Aljubarrota, a 13 de Agosto de 1385, D. Nuno foi atraído a Cova da Iria, onde, na companhia dos seus cavaleiros, viu os cavalos do exército ajoelhar, no mesmo local onde, 532 anos mais tarde, durante as conhecidas Aparições Marianas, Deus operou o Milagre do Sol» (“D. Nuno de Santa Maria - O Santo” , ACD Editores, 2005).»
Fiquei maravilhado com o que li e, sobretudo, por saber que o Sr. Duarte Pio escreve.
O Sr. Duarte Pio, suíço alemão, da família Bourbon, imigrante nacionalizado português pela conivência de Salazar e pelo cumprimento do Serviço Militar Obrigatório, podia emprestar a imagem às revistas do coração mas precaver-se contra a ideia de publicar opúsculos.
Claro que não é necessário saber falar para escrever e, muito menos, ...
Antes das 11 horas da manhã, uma numerosa comitiva de polícias, militares da GNR, e alguns outros do Exército, tomaram posições em frente à Igreja de Santa Cruz. Bem ataviados esperavam a hora de deixarem a posição de pé e mergulharem de joelhos no interior do templo do mosteiro beneditino cuja reconstrução e redecoração por D. Manuel lhe deu uma incomparável beleza. Não era a beleza arquitetónica que os movia, era a organização preparada de um golpe de fé definido pelo calendário litúrgico da Igreja católica e decidido pelas hierarquias policiais e castrenses. Não foi uma homenagem a Marte que já foi o deus da guerra, foi um ato pio ao deus católico que também aprecia a exibição de uniformes e a devoção policial. No salazarismo, durante a guerra colonial, quando as pátrias dos outros eram também nossas, não havia batalhão que não levasse padre. Podia lá morrer-se sem um último sacramento!? Éramos o país onde os alimentos podiam chegar estragados, mas a alma teria de seguir lim...
Comentários
E a responsabilização do morador da Praceta que colocou o sofá na rua? O animal não sabe que existe recolha de "monstros" pelos serviços camarários?
Pobre sofá só e abandonado.
P.S.: Carlos Esperança agora que é o feliz detentor/utilizador de uma máquina fotográfica digital será que vai abrir novos horizontes no berloque?
Vá, força, mãos à obra.
Será vingança?... Será teimosia?... Porque será?...
A comparação é dolorosa para quem veio depois.
As saudades dos munícipes são superiores aos ódios de estimação que ainda mantém.
Nunca mais houve uma maioria absoluta nem com más companhias (CDS/PPM).