«O DESENCANTO DA ESPERANÇA»


Excertos de artigo da autoria do eurodeputado Fausto Correia, a publicar a
6 de Outubro no Diário de Coimbra


"No próximo domingo, votarei no PS e no Dr. Victor Baptista. Com razões acrescidas e ora explicitadas.

Revejo-me no seu estilo: sério, transparente, inovador, realista, competente, conhecedor, autêntico, cumpridor, esforçado, respeitador, atento e empreendedor".

"A campanha eleitoral prestes a findar revelou apenas um candidato com ideias novas e motivado para assumir a presidência da Câmara Municipal.

Querer é poder. Para fazer o muito que falta, Victor Baptista quer mesmo ser o líder da regeneração coimbrã. E querer é, outrossim, meio caminho andado para o sucesso".

"Chegados aqui, é necessário e urgente constatar que a situação chegou a níveis nunca antes atingidos. Não há ideias, não há rumo, não há norte.

Reina a frustração e a indiferença, abunda a falta de auto-estima e a descrença no futuro.

O quadro equivale ao DESENCANTO DA ESPERANÇA".

Comentários

Anónimo disse…
http://www.manuelalegre.com
Anónimo disse…
Já visitei o site do Manuel Alegre. Percebe-se que não entrou na corrida para brincar!
Anónimo disse…
No Diário de Coimbra no dia 6 de Outubro???
Não vi nada!!!
Anónimo disse…
Anónimo das 7:24

Obrigado pela informação.

Confirmei a autenticidade das palavras de Fausto Correia.

Como não tive acesso ao DC tive a prudência de escrever: «a ser publicado», em vez de dar por adquirida a respectiva publicação.
Anónimo disse…
Versão integral do artigo de Fausto Correia

«O DESENCANTO DA ESPERANÇA»

As minhas preocupações autárquicas, tendo em vista as eleições do próximo
domingo, estão naturalmente viradas para Miranda do Corvo, onde me
recandidato a presidente da Assembleia Municipal.

Mas tudo o que diz respeito a Coimbra nunca foi, não é nem me será
indiferente. Por razões compreensíveis.

Daí que tenha a necessidade, quiçá mesmo a obrigação, de expor o que, na
minha óptica, está basicamente em questão na escolha dos autarcas para os
próximos quatro anos.

À cabeça, permito-me recordar que, à excepção de Manuel Machado, todos os
restantes presidentes da Câmara, no post-25 de Abril, não fizeram dois
mandatos consecutivos, mesmo quando se recandidataram (como aconteceu com
Mendes Silva).

Depois, sublinho a mui escassa obra realizada pelo actual executivo, que
quase se limitou a concluir e a inaugurar os empreendimentos que vinham de
trás. Ao contrário do que a propaganda tenta fazer crer nestes últimos dias
de campanha, de forma despudorada.

Em terceiro lugar, menciono sombras de opacidade na gestão camarária, cuja
maioria, desrespeitando o "estatuto da oposição", ignora os requerimentos
apresentados para aclaramento de situações várias, como sejam os custos
totais da construção do Estádio de Taveiro (e o Estádio Universitário ali
tão perto...) ou a exibição dos Rolling Stones numa das três inaugurações
do Estádio Cidade de Coimbra. Três inaugurações de uma obra que Carlos
Encarnação gostaria de não ter sido feita, com o consequente abandono da
Lusa-Atenas do "Euro-2004", substituída previsivelmente por Viseu ou pela
Figueira da Foz!

Segue-se que a "GAM" – Grande Área Metropolitana de Coimbra, erigida em
dado momento como panaceia para todos os males, redundou num fiasco
absoluto, sendo que nem o Metropolitano Ligeiro de Superfície saiu dos
carris, por manifesta falta de liderança e de clarividência de Carlos
Encarnação, incapaz de harmonizar, como lhe competia enquanto presidente da
"GAM", interesses distintos e até contraditórios entre os Municípios da
Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra.

Acresce que a política ambiental, quase exclusivamente virada para o não à
co-incineração, deixou entrar pela janela o que varria pela porta: aterros
ilegais, porque não licenciados ou autorizados, no Alto dos Barreiros e na
Marmeleira.

Em sexto lugar, a situação de endividamento total apresentada: 84 milhões
de euros! Se é verdade que Manuel Machado deixou 2.687 milhões de contos
(13,4 milhões de euros) nos cofres camarários, não é menos certo que as
dívidas a fornecedores e empreiteiros ultrapassam, hoje, os 25 milhões de
euros, com pagamentos diferidos a 12 e até a 14 meses.

Ao contrair um empréstimo de aproximadamente 2 milhões de euros, no passado
dia 20 de Junho, Carlos Encarnação comentou que "temos uma belíssima
situação económica". Claro que há ainda o pagamento mensal de 28.348 euros
à Caixa Geral de Aposentações, durante um ano, para saldar dívida em
atraso! Claro que a derrama que, em 2005, foi aumentada de 8% para 10%,
desce em 2006, por decisão atempada e convenientemente adoptada, para os
anteriores 8%! Claro que as despesas com pessoal – tantos assessores... –
cresceram, até finais de 2004, 40,5%! Claro que, na última reunião deste
mandato, lá foi aprovada uma listagem de subsídios a colectividades
diversas, num montante que ronda os 400 mil euros! Mas a situação é
"belíssima" e não vão as (ditosas) sondagens tecê-las...

Avulta, no entanto, que o novo Director do Teatro Académico Gil Vicente,
Manuel Portela, no discurso de posse, exigiu à Câmara Municipal "um
cumprimento atempado do protocolo existente" entre as duas entidades. Já o
ex-Director, João Maria André, justificou, nos princípios de 2004, a sua
demissão, entre outras razões, como "um exercício de indignação perante a
forma como a autarquia desrespeita os compromissos assumidos" no referido
protocolo. E o Teatro da Cerca de S. Bernardo continua à espera do
necessário equipamento! E o Cinema Sousa Bastos sem solução à vista! E o
saldo de "Coimbra – Capital da Cultura" traduziu-se numa mão cheia de coisa
alguma!

Voltando ao Estádio Cidade de Coimbra, importa explicar a dívida de 37
milhões de euros contraída, a qual viabilizou um conjunto de obras ao
actual executivo: quatro piscinas (uma olímpica, outra de 25 metros e mais
duas cobertas), um pavilhão multidesportivo e o novo parque de campismo.
Investimentos só possíveis porque (mercê das limitações impostas pela então
ministra Manuela Ferreira Leite no seu "PEC" – Programa de Estabilidade e
Crescimento, aprovado pelo Governo de Durão Barroso), o executivo camarário
optou por contrair o referido empréstimo em vez de receber do grupo
empresarial que apostou no projecto Eurostadium a verba respeitante ao
custo total do Estádio. De facto, o "PEC" apenas autorizava a contracção de
empréstimos por parte das autarquias nos seguintes casos: para obras
comparticipadas pelos fundos comunitários, para habitação social e, hélas!
para os estádios do "EURO-2004". Assim, a Câmara Municipal contraíu o
empréstimo e o grupo empresarial, com os 37 milhões de euros, pagou as
piscinas, o pavilhão e o parque de campismo. Decisão acertada, diga-se, mas
que torna pouco séria a recorrente invocação a esta herança, que, de
pesada, não tem nada. Bem pelo contrário! Quem vier a seguir suportará
aqueles equipamentos, à razão de 1,6 milhões de euros/ano, durante duas
décadas. Pesada herança, mas de e para quem?!...

Em nono lugar, Carlos Encarnação tem-se manifestado, a justo título, contra
eventuais medidas governamentais, designadamente a propalada integração do
CEFA no INA. Mas calou-se (e o silêncio foi ensurdecedor...) quando os
governos do seu Partido, por exemplo, encerraram o Centro de Medicina
Desportiva, fecharam o Museu Nacional da Ciência e da Técnica Prof. Doutor
Mário Silva, deslocalizaram a sede do ICERR e desactivaram os serviços
distritais quer da Emigração quer do Instituto de Gestão Financeira da
Segurança Social. Reacções contraditórias, de dois pesos e duas medidas,
não abonam quem as toma. Coimbra tem de estar sempre acima dos meros
interesses partidários. Já basta a votação contrária ao Programa Polis na
Assembleia da República...

Depois, há o ridículo que mata: em 2003, foi o novo logótipo da CMC, que é
uma imitação perfeita do da empresa norte-americana Quintilles
International; em 2005, foi o logótipo e o portal do sítio do Mercado
Municipal D. Pedro V na Internet, que é igualmente uma imitação perfeita
dos "Mercats" de Barcelona. É demais!

Segue-se o dramático, que corrói a confiança nas instituições: em 7 de
Julho, Carlos Encarnação, com bombeiros e jornalistas, afiançou que Vale de
Canas estava sob controle, fruto das melhorias introduzidas. Em Agosto,
quando o fogo invadiu a cidade, as bocas de incêndio naquela Mata Nacional,
por falta de chaves, tiveram de ser rebentadas! E, na ausência do
cumprimento do Decreto-Lei n.º156/2004, que estabelece a limpeza das matas
junto aos aglomerados urbanos, queixa-se da falta de meios aéreos e diz que
o diploma não está regulamentado. Esquece todavia o anúncio por edital que
as Câmaras de Mira, Penela, Góis, Miranda e Lousã, entre muitas outras,
fizeram dessa necessária medida de prevenção.

Por falar em editais, esta foi a forma peculiar que o Presidente encontrou
para "despedir" – sem mais explicações – uma jovem Vereadora, Teresa
Violante, que adjudicou espectáculos musicais para a reabertura do Jardim
da Sereia a uma empresa (de que fará parte o seu namorado) que já tinha
contratos anteriores firmados com a Câmara. Não se livrou da crucificada,
qualquer "bode expiatório", ter classificado semelhante comportamento como
"indecoroso, ofensivo e danoso". E o presidente da AAC/OAF, José Eduardo
Simões, acaba de conhecer, a escassos dez dias das eleições, o veredicto
presidencial...

Em décimo terceiro lugar, o modo acintoso como sugeriu, por diversas vezes,
a colocação, no "Bota-Abaixo", de uma lápide toponímica ao seu antecessor,
Manuel Machado. Que contrasta com a merecida estátua de Manuel Alegre cuja
inauguração foi ensombrada por um claro aproveitamento político, realizada
que foi em plena campanha eleitoral. É preciso respeitar não só as pessoas
mas também as circunstâncias. Sempre!

Quanto a contradições, eis um breve rol: Carlos Encarnação anunciou numa
entrevista publicada em 3 de Julho de 2002 que "S. Francisco é o grande
projecto da cidade": o que é que foi feito, mais de três anos depois, no
convento? Prometeu, também nessa entrevista, a instalação de 50 indústrias
no Pólo Industrial de Eiras: onde é que elas estão? A esmagadora maioria
dos compromissos celebrados com as freguesias, na campanha de 2001, foram
pura e simplesmente rasgados ao longo do mandato. Advogou, então e por
outro lado, o apoio às empresas e o combate ao desemprego: quatro anos
depois, 11 empresas faliram e o desemprego cresceu, no Concelho, 52%!

Chegados aqui, é necessário e urgente constatar que a situação chegou a
níveis nunca antes atingidos. Não há ideias, não há rumo, não há norte.
Reina a frustração e a indiferença, abunda a falta de auto-estima e a
descrença no futuro. O quadro equivale ao DESENCANTO DA ESPERANÇA, título
do livro que Carlos Encarnação publicou – há nesta vida estranhas
coincidências! – quando em meados da década de 80 abandonou o PPD/PSD, para
mais tarde regressar.

No próximo domingo, votarei no PS e no Dr. Victor Baptista. Com razões
acrescidas e ora explicitadas.

Revejo-me no seu estilo: sério, transparente, inovador, realista,
competente, conhecedor, autêntico, cumpridor, esforçado, respeitador,
atento e empreendedor.

A campanha eleitoral prestes a findar revelou apenas um candidato com
ideias novas e motivado para assumir a presidência da Câmara Municipal.
Querer é poder. Para fazer o muito que falta, Victor Baptista quer mesmo
ser o líder da regeneração coimbrã. E querer é, outrossim, meio caminho
andado para o sucesso.

Por Coimbra, conta com a minha confiança e com o meu apoio. Tem, de maneira
consciente e reflectida, o meu voto.
Anónimo disse…
AMIGOS SOCIALISTAS, NÃO VOTEM EM VITOR BATISTA

Tenho pena pelos meus amigos socialistas de Coimbra, mas o candidato que o PS lhes propôs para estas autárquicas é demasiado mau para ser verdade. O candidato Vítor Batista é daqueles homens que não deveria estar na política, deveria estar a fazer outra coisa qualquer, menos política! É confrangedor para o PS Coimbra que tem tantos académicos brilhantes, profissionais liberais, empresários e artistas de valor na cidade, apresentar um cromo como Vítor Batista. Um cromo, repito-o. Cromo é a melhor palavra que me ocorre para definir uma pessoa como Vítor Batista, porque os cromos quando são medíocres não se dão conta que são medíocres e até se julgam bons, é caso de Vítor Batista, o homem não se toca. O homem tem graves lacunas no português falado, na articulação de um discurso de ideias, tem uma fraca cultura geral, ignora muita, muita coisa, é mal educado e violento e o pior é que tudo isto acumula com muita arrogância e um péssimo sentido de humor. Ouvi-o num debate a gozar com um estudante que o interpelou sobre um assunto dizendo que ele deveria ter tido um "dezito na Específica". Eu tenho a certeza que se o Vítor Batista fizesse as específicas como elas são hoje não conseguiria 10 nem numa escala de 0 a 100.

Infelizmente, através de candidatura de Vítor Batista percebemos que este cocktail de medíocridade funciona na política interna dos partidos em Portugal. Os políticos mais violentos e mais mal educados, à custa de "empurrões" e do nojo que causam aos outros militantes do partido acabam por conseguir frequentemente lugar de destaque.

Amigos socialistas, lembram-se do exemplo recente dado por uma boa parte dos simpatizantes do PSD? Muitos deles conscientes de uma vitória do PS, preferiram não votar ou votar noutro partido que votar em Santana Lopes. Em Coimbra deveria passar-se a mesma coisa. Um péssimo resultado de Vítor Batista seria uma boa forma de mostrar que Coimbra rejeita candidaturas de proto-caciques de muito baixo nível.

Retirado de um blog



Depois de Artigos destes para quê dar alguma credibilidade a este candidato e aos (des)Esperançados que o apoiam e que vão votar nele
V.B. é um candidato medíocre, arrogante (perguntem a funcionários da Câmara como eram tratados por este; eram tratados abaixo de cão sendo até muitas vezes insultados).
Depois vem para aqui o Esperança dizer mal de tudo o que seja de direita e católico, etc. armado em dono da verdade e da razão, para no fim apoiar um arrogante e medíocre candidato à Câmara Municipal de Coimbra.
Que coerência, não há dúvida!!!!
O tempo de termos broncos à frente da Câmara Municipal de Coimbra acabou há 4 anos atrás.
Anónimo disse…
Sou eleitor em Miranda do Corvo, terra onde o Dr. Fausto Correia é candidato à Assembleia Municipal. Tenho pena, apesar de muito respeito, que o Dr. Fausto Correia ande mais preocupado com Coimbra do que com Miranda, onde os seus amigos "socialistas" se preparam para levar uma grande sova. Nunca vi socialistas tão capitalistas e gananciosos.
Anónimo disse…
Ao anónimo das 8:32 PM:

A quantidade de vezes que chamou medíocre, cromo e arrogante a Vítor Baptista revela que às ideias prefere os insultos, ao futuro de Coimbra sobrepões os ataques pessoais e, à luta política, a maledicência.

Veja se alguma vez se disse aqui no Ponte Europa o mesmo de Carlos Encarnação.

Os epítetos que usou para VB talvez sejam resultado de uma autobiografia do corajoso anónimo que, se pudesse, proibiria este blog.

É de «democratas» assim que eu temho medo.
Anónimo disse…
Chamar cromo ao VB é natural.
Agora chamar cromo ao CE é impossível.
Esta é uma das diferenças.
Mano 69 disse…
Caro Carlos Esperança

Não querendo com esta pergunta ser insidioso ou estar fora do contexto desta posta parece-me no entanto que o Senhor da foto não fica muito favorecido com aquilo que têm no alto da cabeça. Digamos que o que está escrito não bate certo com a foto.
As ideias expressas e a foto não “casam” o que acaba por desmentir o enunciado.
Claro que é a minha opinião e a mesma pode ser falível. Será?
Miguel Oliveira disse…
a verdade, verdadinha é que VB éw um mediocre e arrogante!!.. não presta..


para a AM e AF vou votar PS... mas para a CM eu vou votar em branco!!.. o ps de coimbra merece!

Já agora não foi o Fausto que disse em Março de 2001 (aind sob a presidência do Machado) que "o maior sonho da vida dele seria derrotar o psd em 2005"? - primeira página das Beiras /Março de 2001
Anónimo disse…
ENGOLE O SAPO, Ó SAPÃO!!!!!!ENGOLE O SAPO, Ó SAPÃO!!!!!!ENGOLE O SAPO, Ó SAPÃO!!!!!!
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Anónimo disse…
De facto chamar cromo ao Enpeixação não é lá muito adequado. Afiguram-se melhores outros adjectivos: velhaco, hipócrita, cínico, mentiroso, obtuso e muito, muito vão.
Anónimo disse…
Será que ainda não perceberam e precisam de gastar tanta tinta para se chegar à conclusão que o VB é um cromo e foi o maior trunfo que o PS ofereceu ao PSD em Coimbra
Mano 69 disse…
Hummmmmmmmmmmmmmmmmmmm
Será que só eu é que vi aquilo?
Anónimo disse…
.....Coimbra terá o Presidente que merece,e não vai mercer grande coisa,pois demonstrou nas ultimas eleições imcapacidade para descernir entre uma "ilusão" e o rumo que estava a ser seguido,escolheu "Barrabas".....e só tarde viu o logro em que se deixou cair a propósito de uma "minuencia"chamada inceneração, delapidou-se um bom Presidente injustamente.
Agora venha o "diabo" e escolha.
Anónimo disse…
O Machado um bom presidente?Coimbra parou nom tempo. Ainda não perceberam porque fomos derrotados em toda a linha? Tivémos um mediocre como presidente da câmara e como candidato.
PORRA! Vamos lá voltar a ter tino depois da derrota que será estrondosa de hoje do VIctor...
Anónimo disse…
VAI-TE FODER OH PROFESSOR ESPERANÇA DA MULA RUÇA!!!!!
Anónimo disse…
Este último comentário revela a inteligência, educação e princípios do seu autor.

Os comentadores da direita democrática e civilizada terão alguma coisa a dizer?

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