Este folheto está a ser distribuído nos colégios da FOMENTO - Cooperativa de Ensino, propriedade da Opus Dei.
Nota: Foi entregue pela educadora a uma criança de 5 (cinco) anos.
Comentários
Anónimo disse…
Não me parece haver nada de mal no pedido do referendo! O facto de ter sido entregue a uma criança de 5 anos compreende-se se tiver sido em envelope fechado e dirigido aos pais. Lá por ser uma associação ligada ao Opus Day não obriga o Carlos Esperança a perder o descernimento e "crucificar" o acto!
Anónimo disse…
Caro anónimo:
Não quero exibir os conhecimentos que possuo de psicologia infantil, mas tenho alguns.
O folheto foi dado em mão, não foi em envelope fechado.
Li no excelente blogue De Rerum Natura , num post de Carlos Fiolhais , o seguinte: «De facto, o candidato a rei é autor de um opúsculo laudatório do Beato Nuno, onde se pode ler esta pérola: “Q uando passava de Tomar a caminho de Aljubarrota, a 13 de Agosto de 1385, D. Nuno foi atraído a Cova da Iria, onde, na companhia dos seus cavaleiros, viu os cavalos do exército ajoelhar, no mesmo local onde, 532 anos mais tarde, durante as conhecidas Aparições Marianas, Deus operou o Milagre do Sol» (“D. Nuno de Santa Maria - O Santo” , ACD Editores, 2005).»
Fiquei maravilhado com o que li e, sobretudo, por saber que o Sr. Duarte Pio escreve.
O Sr. Duarte Pio, suíço alemão, da família Bourbon, imigrante nacionalizado português pela conivência de Salazar e pelo cumprimento do Serviço Militar Obrigatório, podia emprestar a imagem às revistas do coração mas precaver-se contra a ideia de publicar opúsculos.
Claro que não é necessário saber falar para escrever e, muito menos, ...
Antes das 11 horas da manhã, uma numerosa comitiva de polícias, militares da GNR, e alguns outros do Exército, tomaram posições em frente à Igreja de Santa Cruz. Bem ataviados esperavam a hora de deixarem a posição de pé e mergulharem de joelhos no interior do templo do mosteiro beneditino cuja reconstrução e redecoração por D. Manuel lhe deu uma incomparável beleza. Não era a beleza arquitetónica que os movia, era a organização preparada de um golpe de fé definido pelo calendário litúrgico da Igreja católica e decidido pelas hierarquias policiais e castrenses. Não foi uma homenagem a Marte que já foi o deus da guerra, foi um ato pio ao deus católico que também aprecia a exibição de uniformes e a devoção policial. No salazarismo, durante a guerra colonial, quando as pátrias dos outros eram também nossas, não havia batalhão que não levasse padre. Podia lá morrer-se sem um último sacramento!? Éramos o país onde os alimentos podiam chegar estragados, mas a alma teria de seguir lim...
Comentários
Não quero exibir os conhecimentos que possuo de psicologia infantil, mas tenho alguns.
O folheto foi dado em mão, não foi em envelope fechado.
Conhece a criança em questão ou ouvi dizer que...
...se conhece a ciança em questão, como?
Contudo o folheto levanta questões pretinentes...
Basta?
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