Apoio à guerra do Iraque



«Durão Barroso admite que apoiou a guerra no Iraque com base em informações não confirmadas. O antigo primeiro-ministro português e actual presidente da Comissão Europeia reconheceu este facto pela primeira vez».

Dezenas de milhares de mortos depois, mais de dois mil soldados americanos imolados e com um país à beira da guerra civil, José Manuel Barroso reconhece o óbvio.

Comentários

Monteiro Valente disse…
É lamentável que um primeiro-ministro de Portugal tenha tomado uma decisão tão grave de forma tão leviana e irresponsável.Mais lamentável ainda, que tenha, conjuntamente com outros primeiros-ministros, colaborado na divisão da UE, não percebendo que este era rambém um dos objectivos da Administração norte-americana para inviabilizar os avanços, então em curso,no sentido de uma Defesa Comum Europeia. Mas muito mais lamentável que todos eles se continuem hoje a curvar servilmente diante de George W. Bush, que a todos enganou, tornando-os cúmplices do maior crime de guerra do século XXI.
Mas, entretanto, continuam a morrer inocentes no Iraque, os norte-americanos continuam a destruir um país património da Humanidade e o seu povo... e os políticos europeus continuam
de braços cruzados. Até quando? Serão precisos mais atentados na Europa para acordarem?
Anónimo disse…
O Durão saíu de Portugal colado à imagem de "cherne".

Na Europa interior sacudiu o "cherne" e adaptou-se a uma nova imagem "camaleão"

Carreirismos...
jagudi disse…
O palavreado e a actuação, bem próprios dum espírito oportunista e sem princípios como é o deste senhor, só podem surpreender quem já se esqueceu dele, de livrinho vermelho na mão, assaltando o mobiliário da faculdade de direito de lisboa, e fazendo a revolução indígena contra o fascismo e o social-fascismo, aqui, já e agora. Melhor do que este senhor, enquanto 1º ministro do Portugal moderno, só o seu herdeiro Santana Lopes.
É claro que a manada nacional é merecedora dessas peripécias todas. O que não merecia, apesar de tudo, é que este figurão viesse agora dizer que só foi aos Açores para tentar unir a Europa, que estava dividida. Este senhor é bem merecedor do epíteto que eu tenho mesmo debaixo da língua. Mas coíbo-me de o soltar, porque admito perfeitamente que a sua mãe o não mereça.
sabichão disse…
PORCO!
jagudi disse…
Sabichão das 7:23:
A violência imprevista do coice sugere que alguma coisa ficou a picar-lhe, debaixo do aparelho.
Talvez se arranje uma solução. Não quer ser mais explícito?
Anónimo disse…
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