Bons ventos...de Espanha

Comentários

Anónimo disse…
ENQUANTO POR CÁ MUDASSE A DIRECÇÃO DA PJ, QUANDO ESTA INCOMODA EM DEMASIA O PODER!
Anónimo disse…
"CM Marbella dissolvida por decisão do governo"
...O pivot deste caso , é assessor para o urbanismo em Marbella....
...Ontem o MP anunciou a criação de um gabinete especial para investigar os delitos urbanisticos em toda a Espanha....
Público, 06.04.05

conclusão: Eu quero ser espanhol!
Anónimo disse…
" Esta é a 1ª vez na nossa recente história democrática que se procede à dissolução de um orgão da administração local, anunciou a vice-presidente do governo...."
Anónimo disse…
Foram detidas 23 pessoas entre as quais o presidente da CM de Marbella, varios vereadores, um assessor de urbanismo e uma equipa de advogados de Madrid..."
Anónimo disse…
Anónimo das 10:03 AM:

Tem a certeza de que a mudança da direcção da PJ se deve ao facto de incomodar o poder?

Se tem, deve denunciar o facto e assumir a sua identidade.

Se não tem, é uma calúnia à altura do nívem moral de quem a profere.

Em tempo:

«Por cá, muda-se...», neste caso, por razões políticas.
Anónimo disse…
palavras de Santos cabral, que ontem se demitiu ao público:
" Sempre entendi que a criminalidade económica e financeira deve ser uma prioridade no ambito da investigação criminal".
Meu caro C.Esperança: para bom entendedor...!
Anónimo disse…
.... A danosidade social subjacente, às criminalidades economicas é demasiado grave e atentatória dos direitos fundamentais para que se não enfrentem com meios proporcionalmete adequados...!
Santos Cabral, Público

Estou pois de acordo com o anonimo das 10.43! Só não vé quem não quer ver, C.Esperança...
Anónimo disse…
Santos Cabral é um magistrado sério, um cidadão acima de qualquer suspeita. Ponto final.

Tirar essa conclusão é tão legítimo como insinuar que o substituto é desonesto. Será razoável?

As prioridades da PJ são estabelecidas pelo Governo. Isso é suspeito?
Anónimo disse…
Não é suspeito pelo simples facto, de as prioridades serem determinadas pelo Governo!
O que C.Esperança e os leitores deverão fazer é contextualizar estes acontecimentos! o Carlos acha normal o comportamento de Sócrates relativamente a F. Felgueiras, por exemplo? Acha normal que pessoas sérias, exemplares,como diz, se demitam sem mais! Eu não acho! Já se esqueceu do caso M.José Morgado?
Anónimo disse…
Cabral assume divergência


No dia seguinte à sua saída, Santos Cabral assumiu publicamente as suas divergências com as opções do Governo. Em entrevista à TSF, o agora juiz conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), refere, pela primeira vez em público, estar contra qualquer ideia de retirar à Judiciária os contactos com a Interpol e Europol. A mesma censura, relativamente à eventual retirada da investigação de alguns crimes à PJ, tendo por base um critério de localização geográfica. Algo que diz ser ilegal e até mesmo inconstitucional.

Embora nunca cite nomes, os seus recados são claros "Uma polícia do séc. XXI não é nem de perto nem de longe aquilo que penso que está no pensamento da maioria das pessoas. Este país necessita de uma polícia de investigação criminal do séc. XXI"

Elencou ainda o reforço de meios necessários à PJ, como é o caso de um "bom laboratório, uma boa base de dados de ADN, recursos em termos de base de dados de balística, um bom sistema integrado de informações, bons técnicos e bons investigadores". "O critério aqui é de excelência relativamente aquilo que é uma polícia de investigação criminal de topo. Não são critérios políticos", acrescentou à TSF.

Santos Cabral regressa ao STJ, cujo presidente Nunes da Cruz salientou, ontem, discordar que um cargo como este, dependente do Governo, seja ocupado por juízes. "Se de facto as razões que Santos Cabral apontou são verdadeiras, aceito que de facto teria que tomar uma atitude idêntica à que tomou", disse, à Lusa.

jn 06.04.05
Anónimo disse…
Três pedidos de demissão

Entretanto, o ministro da Justiça recebeu mais dois pedidos de demissão de responsáveis da PJ: Paulo Rebelo e João Carreira, dois polícias que integravam a direcção nacional, seguiram a opção de José Mouraz Lopes, que liderava a direcção de combate ao crime económico. O restante elenco mantém-se, para já, em funções...
Dn 06.04.05
Anónimo disse…
Alguns casos melindrosos:
"Licenciamento do Freeport Alcochete..."
"Todos os olhos postos na Amadora....Há mais de 6 meses um foco de tensão entre a PJ que propôs a detenção de Raposo-um homem muito ligado a Jorge Coelho..."
"Bragaparques e negócios camarários..."
" Vale da Rosa/ Nova Setubal..."
" Caso Portucale..."
" Fuga a impostos/ Bancos..."
público, 06.04.05


Meu caro C. Esperança, não lhe cheira mal!! não é este o poder politico e economico, que se vé desta forma em causa!
Anónimo disse…
Apenas uma correcção, sem grande importância, ao anónimo das 1:03 e 1:07. As palavras transcritas do jornal Público são na realidade de Mouraz Lopes e não de Santos Cabral.
Anónimo disse…
Este Santos Cabral é o mesmo que frequentava a Cidadela? Não acredito.
Anónimo disse…
Oh Vilar põe os olhos em Marbelha
Anónimo disse…
Oh Esperança quem és tu para dizer que fulano é sério e beltrano é vigarista? Cuida-te que já tens idade para isso.
Anónimo disse…
Oh Esperança quem és tu para dizer que fulano é sério e beltrano é vigarista? Cuida-te que já tens idade para isso.

RE: Exactamente por ter idade para isso e conhecer as pessoas.

Não diria do antecessor o que disse de Santos Cabral.
Anónimo disse…
Inspector diz que PSP e GNR querem extirpar PJ



Asituação que vivemos actualmente é a mais recente tentativa de enfraquecimento e de, pelos vistos, desmantelamento da PJ." Esta é apenas uma frase de um documento elaborado pelo inspector Má- rio Coimbra, elemento da direcção da Associação Sindical dos Funcio- nários de Investigação Criminal (ASFIC). No texto, o inspector declara ainda que o poder político não gosta das investidas dos "impertinentes" investigadores da PJ contra uma "impunidade confortável, opaca e imune".

Num documento intitulado "A crise da PJ vista do seu interior", disponibilizado em www.asficpj.org, Mário Coimbra descreve desta forma o actual contexto: "O Governo e certos governantes e políticos em especial já não se livram facilmente da suspeita de que ficaram incomodados com a investigação a certos crimes e que estão a reagir, pela via legislativa."

O tom duro das críticas estende--se a "outros responsáveis colaterais que têm vindo a actuar face à PJ com o mesmo respeito que os abutres têm pelos despojos deixados pelos predadores". Daí que Mário Coimbra denuncie que está em curso a "mais recente tentativa de enfraquecimento e de desmantelamento da PJ".

Enumerando, em seguida, os responsáveis: os "falcões" portugueses adeptos da "americanização" da segurança interna, "militares activos, reformados e desempregados que aspiram por uma guerra, os "políticos que fizeram carreira na Defesa, na Administração Interna e no SIS" e as "hegemónicas e imperiais chefias superiores da PSP e da GNR e respectivas inteligentsias, para quem a PJ é e sempre foi uma espécie de abcesso irritante no sistema policial, que tem de ser extirpado, custe o que custar, por absorção e/ou pulverização".

Mário Coimbra rejeita qualquer modelo de índole securitária que faça com que a polícia portuguesa caminhe para a "realização de operações à americana", defendendo a "cultura democrática" e a forte consciência ética e deontológica dos limites constitucionais e legais da investigação criminal e do combate ao crime".

Num registo irónico, afirma ser "impensável que alguém do Governo viesse dar uma ordem à PJ para investigar seja o que for, fora de um inquérito ou de uma averiguação sindicada" pelo Ministério Público. Ou que "alguém no interior da PJ tivesse a veleidade de começar a combater o terrorismo com as mesmas armas do terrorismo".

A finalizar, escreve o inspector, "seria absolutamente impraticável, que alguém do Governo mandasse a PJ vigiar um juiz, para lhe encontrar fragilidades, na vida privada, susceptíveis de serem utilizadas para condicionar a sua livre apreciação e decisão, num processo de corrupção com políticos poderosos". Tudo se pas- sa, segundo o autor, perante um Ministério Público "distraído e apático". Ao DN, Carlos Anjos, presidente da ASFIC, disse que o documento de Mário Coimbra, que integra o Conselho Europeu de Sindicatos de Polícia (CESP), reflecte o actual estado de espírito interno na PJ.

dn 06.04.07
Anónimo disse…
best regards, nice info » »

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