A opinião de um trânsfuga

Cidade do Vaticano, 15 Set (Lusa) - O ex-primeiro ministro britânico Tony Blair advoga que a religião deve ter um "papel central, único, na sociedade e para o seu desenvolvimento", e acredita que afirmar isso "não significa que acabaram os debates ou as oposições".

Comentários

Patetice de neófito ou ambição de qualquer vantagem?Parece-me que ele não dá ponto sem nó...
Mano 69 disse…
Trânsfuga

1. Pessoa que deserta e passa para o inimigo.
2. Pessoa que passa para o partido contrário, que renega o seu credo, abandona os seus deveres.
Dicionário Priberam


Carlos Esperança é mais da arte da TRASFEGA, ou seja, espalhar, difundir, derramar, a perfídia sobre a procura e encontro de uma religião.

E depois é secundado por outros que continuam a alarvice e que inclusivamente procuram (e não encontram) justificações estapafúrdias.

Só cá falta o vuvuzela Garrancho para compor o tridente…
e-pá! disse…
Mano 69:

Na realidade Tony Blair renegou o anglicanismo e abandonou a sua matriz trabalhista ao afirmar que a religião deve ter um "papel central, único, na sociedade e para o seu desenvolvimento"...

Agora - ou já há bastante tempo - optou por professar o catolicismo, mas não estará em fuga para outras Obras?

Trasfegar assemelha-se muito a baldear. E ele não dá "baldas".
Mano 69 disse…
Caro e-pá!

Cada um tem o direito de procurar na religião, seja ela qual for, aquilo que lhe faz sentido. Reduzir a conversão do homem a possíveis benesses ou a uma futura integração na “Obra” é contraproducente.

A política é que consagrou os “vira-casacas”.
A política é que consagrou os “vira-casacas”.

Mano:

Mas foram as religiões que obrigaram ás conversões à força.

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