A Presidência da República e o “Dia da Raça” em Viana do Castelo

Esclarecimento de Defensor Moura:  

Depois do debate com Cavaco Silva, um jornal diário de Lisboa solicitou-me uma entrevista para esclarecimento de algumas das afirmações feitas, a que eu acedi imediatamente porque, o escasso tempo concedido aos candidatos na TV é insuficiente para a cabal explanação dos temas abordados.

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Comentários

e-pá! disse…
Ainda sobre os negócios entre a família Cavaco e a SLN/BPN, que o recandidato tenta desvalorizar, para não dizer passar uma esponja, seria interessante que revelasse quem lhe "ofereceu" a compra dessas acções que, como é do conhecimento geral, não se encontravam à venda no mercado bolsista.
É de supor que as ditas acções circulassem num círculo muito restrito [fora do mercado]. E que, provavelmente, só teriam acesso às mesmas quem tivesse ligações [de que tipo?] ao grupo Oliveira e Costa/Dias Loureiro que o candidato, publicamente, tratou como se fossem "filhos" que cresceram e abandonaram o lar paterno. Tudo leva a crer que não foram filhos ingratos que cortaram relações com a casa paterna. No mínimo, seriam filhos pródigos. Teriam vindo - como se supõe do desenvolvimento dos factos em discussão - bater-lhe à porta [paterna] com um maço de acções na mão. E a ocasião, como diz o povo, faz o negócio...

As ligações do recandidato Cavaco Silva com o "cancro especulativo SLN/BPN", continuam nublosas e, começamos a ficar fartos do constante endosso para o site da PR, para o seu site pessoal e para o TC [onde estão registadas as declarações de rendimentos dos políticos], que não esclarecem nada.

Os portugueses mereciam um cabal esclarecimento desta situação que não é de somenos importância, representando o mais visível e desastrado [haverá outros...] escândalo de promiscuidade entre políticos [ou ex-politicos] e privilegiados negócios, que se tornam pouco claros, antes do seu total esclarecimento.
Para já, esta saga da SLN/BPN, custará cerca 500 € a cada português e a procissão ainda vai no adro...Nem que fosse pelo preço a pagar por este forrobodó financeiro mereciam, os portugueses, enquanto contribuintes, outra atenção.

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