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A FRASE
Por
Carlos Esperança
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A descolonização trágica e a colonização virtuosa
Por
Carlos Esperança
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Ramalho Eanes referiu como trágica a descolonização em que «milhares de pessoas foram obrigadas a partir para um país que não era o seu». Tem razão o ex-PR cujo papel importante na democracia e o silêncio o agigantou depois da infeliz aventura por interposta esposa na criação do PRD e da adesão à Opus Dei, sempre por intermédio da devota e reacionaríssima consorte, que devolveu o agnóstico ao redil da Igreja. Eanes distinguiu-se no 25 de novembro, como Dinis de Almeida no 11 de março, ambos em obediência à cadeia de comando: Costa Gomes/Conselho da Revolução . Foi sob as ordens de Costa Gomes e de Vasco Lourenço, então governador militar de Lisboa, que, nesse dia, comandou no terreno as tropas da RML. Mereceu, por isso, ser candidato a PR indigitado pelo grupo dos 9 e apoiado pelo PS que, bem ou mal, foi o partido que promoveu a manifestação da Fonte Luminosa, atrás da qual se esconderam o PSD e o CDS. Foi nele que votei contra o patibular candidato do PSD/CDS, o general Soares...
Comentários
Desde 2005 que tenho tido a honra de colaborar no Ponte Europa. Contudo, uma vida profissional e pessoal intensa e a concorrência desleal do Facebook levam-me à constatação de que se passam meses e meses sem que eu consiga escrever umas linhas de interesse para o nosso estimado público.
Sempre fui leitor e apreciador dos meus caros colegas.
Aprendi muito beste blogue.
Espero continuar a aprender. Mas de forma mais discreta, removendo o meu nome da página dos colaboradores.
Sei que posso contar com a vossa compreensão. Assim, como vocês sabem que podem contar com a minha amizade e admiração de sempre!
Despeço-me, também, de forma discreta, em comentário a mais um excelente Post - desta feita de fotografias que nos fazem duvidar se há progresso - que nos recordam que sempre temos que estar vigilantes e com vontade de servir os ideais humanistas e progressistas que o Ponte Europa sempre defendeu.
Até já,
André Pereira
Só temos de respeitar a tua decisão.
Pela minha parte posso garantir-te que, quando quiseres, volto a convidar-te.
Continuaremos a encontrar-nos fora do Ponte Europa, como de costume.
Um abraço.
Estarei sempre por aqui, em Coimbra, com olhos no mundo, quebrando barreiras e construindo pontes. Colaborarei em comentários. Abraço, André