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A FRASE
Por
Carlos Esperança
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A descolonização trágica e a colonização virtuosa
Por
Carlos Esperança
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Ramalho Eanes referiu como trágica a descolonização em que «milhares de pessoas foram obrigadas a partir para um país que não era o seu». Tem razão o ex-PR cujo papel importante na democracia e o silêncio o agigantou depois da infeliz aventura por interposta esposa na criação do PRD e da adesão à Opus Dei, sempre por intermédio da devota e reacionaríssima consorte, que devolveu o agnóstico ao redil da Igreja. Eanes distinguiu-se no 25 de novembro, como Dinis de Almeida no 11 de março, ambos em obediência à cadeia de comando: Costa Gomes/Conselho da Revolução . Foi sob as ordens de Costa Gomes e de Vasco Lourenço, então governador militar de Lisboa, que, nesse dia, comandou no terreno as tropas da RML. Mereceu, por isso, ser candidato a PR indigitado pelo grupo dos 9 e apoiado pelo PS que, bem ou mal, foi o partido que promoveu a manifestação da Fonte Luminosa, atrás da qual se esconderam o PSD e o CDS. Foi nele que votei contra o patibular candidato do PSD/CDS, o general Soares...
Comentários
Obrigado
Um destes dias faço outro sobre António Preto, presidente da distrital de Lisboa do PSD.(ex?)
É essa a grande diferença entre nós os dois, pois você não sendo filiado, como eu, é mais papista que o Papa.
Ferro Rodrigues foi assassinado.
É um dever de cidadania descobrir os canalhas que o tramaram.
Não acha, mano 69?
Também por dever cívico, sou obrigado a perguntar regularmente pelo relatório do PGR que Jorge Sampaio exigiu.
Mas há quem o veja regularmente na “Cidade-luz”.Será que o paraíso terrestre fica em França?
Não se preocupe Carlos Esperança que o homem está neste momento atravessar o deserto para retomar em força qualquer dia. E como sabe o deserto em Paris de França não é fácil e para qualquer um…
Não lhe desejo que sofra algum dia o que Ferro Rodrigus e a família sofreram.
Não foi vítima do Estado de Direito mas não garanto que o estado da Direita esteja isento de culpas.