E as mulheres podem abrir a dos maridos? É que aqui em casa não ligamos muito a isso. Será que corremos o risco de ir presos?
Anónimo disse…
cada um sabe de si Sr Vitor mas como sabe a inviolabilidade da correspondencia deve ser um direito de cada um.
Quanto ao resto o camarada C. E. não tenha problemas em denunciar. Pois como sabe há muitas outras situações que sobreviveram e sobrevivem, repare na própria representatividade partidária como tudo se organiza para deixar sempre a mulher"salvo raras excepções" um papel decorativo.
Anónimo disse…
Ó Vitor
Pelo style não diga mais nada do que se passa aí em casa.
Deixe a imaginação de cada um e juro-lhe que é suficiente !
São estes pequenos grandes pormenores que marcam a civilidade das sociedades e das nações. Aqui ao lado, nos nossos vizinhos espanhóis, a civilidade vai avançando, o que me leva a simpatizar com políticas implementadas por Zapatero. É que o grave do nosso país, problema além de económico, é em primeiríssimo plano, um problema cultural.
Li no excelente blogue De Rerum Natura , num post de Carlos Fiolhais , o seguinte: «De facto, o candidato a rei é autor de um opúsculo laudatório do Beato Nuno, onde se pode ler esta pérola: “Q uando passava de Tomar a caminho de Aljubarrota, a 13 de Agosto de 1385, D. Nuno foi atraído a Cova da Iria, onde, na companhia dos seus cavaleiros, viu os cavalos do exército ajoelhar, no mesmo local onde, 532 anos mais tarde, durante as conhecidas Aparições Marianas, Deus operou o Milagre do Sol» (“D. Nuno de Santa Maria - O Santo” , ACD Editores, 2005).»
Fiquei maravilhado com o que li e, sobretudo, por saber que o Sr. Duarte Pio escreve.
O Sr. Duarte Pio, suíço alemão, da família Bourbon, imigrante nacionalizado português pela conivência de Salazar e pelo cumprimento do Serviço Militar Obrigatório, podia emprestar a imagem às revistas do coração mas precaver-se contra a ideia de publicar opúsculos.
Claro que não é necessário saber falar para escrever e, muito menos, ...
Antes das 11 horas da manhã, uma numerosa comitiva de polícias, militares da GNR, e alguns outros do Exército, tomaram posições em frente à Igreja de Santa Cruz. Bem ataviados esperavam a hora de deixarem a posição de pé e mergulharem de joelhos no interior do templo do mosteiro beneditino cuja reconstrução e redecoração por D. Manuel lhe deu uma incomparável beleza. Não era a beleza arquitetónica que os movia, era a organização preparada de um golpe de fé definido pelo calendário litúrgico da Igreja católica e decidido pelas hierarquias policiais e castrenses. Não foi uma homenagem a Marte que já foi o deus da guerra, foi um ato pio ao deus católico que também aprecia a exibição de uniformes e a devoção policial. No salazarismo, durante a guerra colonial, quando as pátrias dos outros eram também nossas, não havia batalhão que não levasse padre. Podia lá morrer-se sem um último sacramento!? Éramos o país onde os alimentos podiam chegar estragados, mas a alma teria de seguir lim...
Comentários
É que aqui em casa não ligamos muito a isso.
Será que corremos o risco de ir presos?
Quanto ao resto o camarada C. E. não tenha problemas em denunciar.
Pois como sabe há muitas outras situações que sobreviveram e sobrevivem, repare na própria representatividade partidária como tudo se organiza para deixar sempre a mulher"salvo raras excepções" um papel decorativo.
Pelo style não diga mais nada do que se passa aí em casa.
Deixe a imaginação de cada um e juro-lhe que é suficiente !
Sistema TM - FD, né ?
Aqui ao lado, nos nossos vizinhos espanhóis, a civilidade vai avançando, o que me leva a simpatizar com políticas implementadas por Zapatero.
É que o grave do nosso país, problema além de económico, é em primeiríssimo plano, um problema cultural.
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