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A FRASE
Por
Carlos Esperança
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A descolonização trágica e a colonização virtuosa
Por
Carlos Esperança
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Ramalho Eanes referiu como trágica a descolonização em que «milhares de pessoas foram obrigadas a partir para um país que não era o seu». Tem razão o ex-PR cujo papel importante na democracia e o silêncio o agigantou depois da infeliz aventura por interposta esposa na criação do PRD e da adesão à Opus Dei, sempre por intermédio da devota e reacionaríssima consorte, que devolveu o agnóstico ao redil da Igreja. Eanes distinguiu-se no 25 de novembro, como Dinis de Almeida no 11 de março, ambos em obediência à cadeia de comando: Costa Gomes/Conselho da Revolução . Foi sob as ordens de Costa Gomes e de Vasco Lourenço, então governador militar de Lisboa, que, nesse dia, comandou no terreno as tropas da RML. Mereceu, por isso, ser candidato a PR indigitado pelo grupo dos 9 e apoiado pelo PS que, bem ou mal, foi o partido que promoveu a manifestação da Fonte Luminosa, atrás da qual se esconderam o PSD e o CDS. Foi nele que votei contra o patibular candidato do PSD/CDS, o general Soares...
Comentários
Há que ter em conta o recente envolvimento nesta questão de diferentes Igrejas americanas.
Os governos dos países ditos "amigos" ( p. exº.:Alemanha, Inglaterra, Dinamarca e Suécia) premanentemente solicitados pelos EUA para o apoio na luta pela segurança do Mundo, pediram o encerramento da prisão, após as 3 mortes.
A Amnistia Internacional (AI)classificou o campo prisional como um "moderno gulag".
O sr. Donald Rumsfeld e o sr. Dick Cheney, dois "falcões" da política norte-americana acham que, pelo contrário, Guantánamo vai ser indispensável nos próximos anos... não estando previsto o seu encerramento.
A secretária de estado Condoleezza Rice, em entrevista à imprensa de seu país, defendeu contra as convenções do direito internacional, a perpetuação da
prisão, destes supostos terroristas.
Bush, prisioneiro político dos ulta-conservadores acolhe, sem visão crítica, estas opiniões.
Será a altura para começar a perturbar estes "falcões" enroupados de "defensores das liberdades".
Os estados europeus têm a estricta obrigação de comunicar à Administração norte-americana que, estes países "amigos", serão empurrados pela opinião pública, no sentido de considerar estas sinistras personagens do stablishment americano como "personas non gratas".
O sr. Barroso tão pressuroso na busca de grandes causas europeias mantem-se - convenientemente - quedo e mudo.
Compreende-se porquê. Ele também está no retrato (das Lajes)...