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O Sr. Duarte Pio e o opúsculo
Por
Carlos Esperança
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Li no excelente blogue De Rerum Natura , num post de Carlos Fiolhais , o seguinte: «De facto, o candidato a rei é autor de um opúsculo laudatório do Beato Nuno, onde se pode ler esta pérola: “Q uando passava de Tomar a caminho de Aljubarrota, a 13 de Agosto de 1385, D. Nuno foi atraído a Cova da Iria, onde, na companhia dos seus cavaleiros, viu os cavalos do exército ajoelhar, no mesmo local onde, 532 anos mais tarde, durante as conhecidas Aparições Marianas, Deus operou o Milagre do Sol» (“D. Nuno de Santa Maria - O Santo” , ACD Editores, 2005).»
Fiquei maravilhado com o que li e, sobretudo, por saber que o Sr. Duarte Pio escreve.
O Sr. Duarte Pio, suíço alemão, da família Bourbon, imigrante nacionalizado português pela conivência de Salazar e pelo cumprimento do Serviço Militar Obrigatório, podia emprestar a imagem às revistas do coração mas precaver-se contra a ideia de publicar opúsculos.
Claro que não é necessário saber falar para escrever e, muito menos, ...
Notícias do dia
Por
Carlos Esperança
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Comentários
Há que ter em conta o recente envolvimento nesta questão de diferentes Igrejas americanas.
Os governos dos países ditos "amigos" ( p. exº.:Alemanha, Inglaterra, Dinamarca e Suécia) premanentemente solicitados pelos EUA para o apoio na luta pela segurança do Mundo, pediram o encerramento da prisão, após as 3 mortes.
A Amnistia Internacional (AI)classificou o campo prisional como um "moderno gulag".
O sr. Donald Rumsfeld e o sr. Dick Cheney, dois "falcões" da política norte-americana acham que, pelo contrário, Guantánamo vai ser indispensável nos próximos anos... não estando previsto o seu encerramento.
A secretária de estado Condoleezza Rice, em entrevista à imprensa de seu país, defendeu contra as convenções do direito internacional, a perpetuação da
prisão, destes supostos terroristas.
Bush, prisioneiro político dos ulta-conservadores acolhe, sem visão crítica, estas opiniões.
Será a altura para começar a perturbar estes "falcões" enroupados de "defensores das liberdades".
Os estados europeus têm a estricta obrigação de comunicar à Administração norte-americana que, estes países "amigos", serão empurrados pela opinião pública, no sentido de considerar estas sinistras personagens do stablishment americano como "personas non gratas".
O sr. Barroso tão pressuroso na busca de grandes causas europeias mantem-se - convenientemente - quedo e mudo.
Compreende-se porquê. Ele também está no retrato (das Lajes)...