Momento Zen de segunda (2). Opinião de um leitor


Mais um brilhante artigo do Sr. Professor César das Neves.

Efectivamente, o modernismo e o malfadado Concílio V2 vieram trazer uma grave doença ao Sagrado e Irrefutável Dogma Católico.

A Igreja Católica, a úinica verdadeira crença, está enferma de modernismo.

O nojento ecumenismo, o abandono da Missa segundo o rito latino gregoriano e a palhaçada que são os bispos modernos, bem como o folclore em que se transformou Fátima (até hindus por lá andaram, em suprema heresia), trouxeram-nos uma Igreja falsa e carente de pureza.

O radicalismo do pensamento racional e relativista, a tolerância por falsas crenças, o culto da ciência, a heresia, a laicidade, são uma falta de respeito sem precedentes relativamente à Verdadeira e Única Crença Católica.

Até há padres na televisão a cantar em programas alienantes, numa "borga" sem precedentes...

O bispo das Forças Armadas, esse comunista...

Mas esta situação é insustentável e serão os verdadeiros católicos, tradicionalistas, a restaurar o Dogma Católico, indiscutível, irrefutável e perfeito.

Acabarão o ecumenismo, a tolerância para com falsos credos (obra de Satanás), e o nojento laicismo que tanto tem destruido a nossa Nação.

Comentários

e-pá! disse…
Faltaria - se fosse possível conceber a existência de tão medieval personagem (este pai de família) - a exigência do imediato (já!) regresso à fogueira, aos tempos do Santo Ofício.

Todavia, o paleio, como os momentos cairam, de facto, para uma caricatura beatífica de segunda categoria, pelo que acharia mais divertido criar, um outro "estereotipo" de inconcebíveis incongruências.
Anónimo disse…
Assim, o cerne desta questão reside no facto de o episcopado lusitano se ter afastado no pós-V2 da teologia tradicional católica sobre o Santo Sacrifício da Missa definida explícita e infalivelmente pelo Concílio de Trento, adoptando antes o oposto daquela decorrente da heresia protestante, e que tão decisivamente influenciou o modernismo. Em consequência, os senhores bispos não conseguem tolerar um rito que afirma explicitamente a Missa como sendo a renovação não sangrenta do sacrifício de Cristo na Cruz, oferecido em apaziguamento não só dos pecados dos fiéis vivos com vista à obtenção das graças que permitam que estes se salvem para a vida eterna e evitem a perdição para sempre no Inferno, mas também a redução das penas e padecimentos dos fiéis defuntos no Purgatório, e muito menos conceber que o mesmo rito no seu momento mais solene - o Cânon Romano - proclame a Igreja Católica como sendo a Igreja de Cristo chefiada visivelmente pelo Papa e constituída por todos os crentes cultores da ortodoxia católica; a intercessão dos santos, muito em especial de Nossa Senhora; e a diferenciação explícita entre o sacerdócio do celebrante ordenado e o sacerdócio comum dos fiéis.

Efectivamente, como compatibilizar estas verdades fundamentais do Catolicismo expressadas pelo rito latino-gregoriano, tridentino ou de São Pio V, com o ecumenismo sincretista jacobino sufragado pelos senhores bispos, ao qual o rito paulino (em si mesmo, válido e não herético, mas teologicamente deficiente e imperfeito) tentou dar acolhimento no seio da Igreja? Impossível de tal ser feito! No rito tradicional não há lugar para a concepção herética protestante de que a Missa é uma mera refeição memorial da paixão e morte de Cristo, ou, quanto muito, um mero sacrifício de louvor sem natureza propiciatória; e, ainda menos, para as heresias da justificação e salvação universal de todos os homens independentemente dos seus méritos, ou do sacerdócio indiferenciado de todos os membros do "Povo de Deus".

Ora, pelo exposto, e não por outra causa, é que os nossos bispos não aceitam o rito tradicional, subjugados que estão pela heresia modernista.

Do excelente blog "A Casa de Sarto"

e-pá, convença-se que "medievais personagens", como aviltantemente, ou não... - lhes chama, existem, de facto.
ana disse…
Chego a pensar que este pai de família, de tão inconcebível, é apenas um ateu convicto que de vez em quando vem gozar com todos nós. Porque esta coisa não existe, não pode existir. A não ser que no hospício já todos tenham acesso à net (com todo o respeito pelos doentes).
Anónimo disse…
Desgraçada família que tal pai tem!
Manel disse…
Este pai de família não existe. Mas se existir não é o pai da família, isto é, a família anda a chamar pai a outro, só pode!

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