Diálogo de civilizações (2)

VATICANO - O Vaticano publicou uma Nota Doutrinária que reafirma o dever de todos os fiéis de evangelizar os não-católicos, incluindo membros de outras religiões cristãs. Pregar o Evangelho aos não-católicos não significa ter "atitudes de intolerância" nem é um "perigo para a paz", além de ser "um dever e também um direito irrenunciável", diz a nota.

Comentários

Anónimo disse…
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
e-pá! disse…
CE:

É necessário não confundir diálogo de civilizações com proselitismo!
Anónimo disse…
Todos os comentários do pré-socrático passarão a ser eliminados, incluindo no «Espaço dos leitores».

Se eu fosse considerado indesejado na casa de alguém nunca mais lá poria os pés.

Questões de educação.
Anónimo disse…
e-pá:

É necessário não confundir diálogo de civilizações com proselitismo!

RE: Eu não confundo e o título tem um carácter claramente irónico.

Diga-me uma religião do livro que não seja prosélita.
Rui Luzes Cabral disse…
Gosto muito deste blog, só ainda não percebi porquê tanta porrada nos católicos. Sou militante socialista e sou católico apostólico romano e penso que não há mal nisso. Se se acusa tanto os católicos de perseguirem ou outros, penso que este blog está a entrar no mesmo caminho. E atenção que muitas vezes não é pelo que aqui se diz sobre os católicos (muitas vezes estou de acordo) mas sim a forma como é dito. Porquê tanta preocupação com os católicos por parte de ateus ou agnósticos?
Marx escreveu que o ópio do povo é a religião e foi aí que residiu o erro brutal do comunismo. O ópio do povo é o materialismo (o dinheiro).

Um Abraço
Anónimo disse…
Rui Luzes Cabral:

Tem toda a razão na observação que (me) faz de dar «porrada nos católicos».

Peço-lhe desculpa mas sou mesmo assim. Acontece que sou bem mais duro com o Islão, cujo comportamento fascista é execrável, com o sionismo e com o protestantismo evangélico. Também não poupo os cristãos ortodoxos cujos exegetas são mais reaccionários do que os católicos.

As religiões, enquanto estão na esfera particular, merecem todo o meu respeito e bato-me pela liberdade religiosa mas acontece que actualmente há uma demência prosélita que ameaça lançar o mundo em guerras religiosas.

Esta minha convicção (não sou detentor de verdades absolutas) leva-me a denunciar a ânsia de poder das diversas religiões e a combatê-las por serem instrumento para a conquista do poder.

A mistura da religião na política é explosiva. Veja como são os bispos espanhóis e o ódio que têm ao PSOE. São fascistas de mitra e báculo.
Rui Luzes Cabral disse…
Em parte estou de acordo mas o problema é que todas as convições políticas, religiosas e outras saem sempre da esfera do privado para a pública. Isso até nem me choca muito desde que cada um ocupe o seu lugar e que se respeitem mutuamente. Em termos de correntes ideológicas ou convições, tudo o que fica só na esfera do privado rapidamente desaparece. Os partidos políticos se ficassem só nas suas sedes partidárias, o que faziam, o que influenciavam? A vida é assim mesmo. Agora é claro que a Igreja Católica tem um grande caminho a percorrer e tem que mudar muito se quiser ser levada a sério pelas novas gerações. Senão passa aser um "grupinho" de clérigos e fiéis seguidores sem "alma" nem sentido.

Um Abraço
Anónimo disse…
Também estou de acordo que as religiões não podem restringir-se à esfera particular sob pena de se extinguirem (se calhar, é um desejo).

Mas enquanto nos partidos políticos há pluralismo e rotatividade, o que impede o poder totalitário, nas religiões há o desejo de domínio absoluto.
Esta é, aliás, a razão pela qual considero as ideologias totalitárias como contendo um fundo religioso.

Em comentário anterior - para usar a sua expressão - disse que era contra os crentes. Rectifico agora que sou a favor dos crentes mas contra as crenças.

É natural que a cumplicidade da Igreja católica com o salazarismo e a violência do deus apocalíptico das catequistas da minha infância me tenham moldado o carácter e feito anticlerical mas que seria do mundo que houvesse um só Deus, um só partido, uma só ideologia?

Um abraço.

P.S. Pode ser que possamos discutir um dia, pessoalmente, estes assuntos.
Rui Luzes Cabral disse…
Sim, um dia destes pode ser que nos encontremos por aí. Já agora informo que tive conhecimento deste blog, através do Rui Nelson Dinis pois sou contribuinte com ele e mais uns amigos do blog fórum azeméis.

Um Abraço
Anónimo disse…
RLC:

Já tinha visto no seu perfil que tinha um blogue com Rui Nelson Dinis que também é colaborador do Ponte Europa.

Tem o mesmo direito que eu para colocar aqui os seus posts mas, que me recorde, só uma vez o fez.

Um abraço para ambos.
Anónimo disse…
«Todos os comentários do pré-socrático passarão a ser eliminados»

Ah,ah,ah,ah,ah...
Nada (ou quase nada) vai mudar, portanto...
Você tem jeito para humorista, como eu já disse! Até porque gosta de se mascarar de democrata, de socialista, etc, e desempenha na perfeição o papel de idiota útil.


«Questões de educação»

De educação e de burrice: se você se conseguisse olhar ao espelho poderia ver como as avaliações que faz dos outros encaixam em si na perfeição. Só que como você é burro não se consegue reconhecer. Mas como eu já disse, e repito, continuarei a andar por aqui a lutar contra a cretinice dos sócretinos! E essa luta passa por contrariar o seu espírito censório e pidesco.
Anónimo disse…
«Peço-lhe desculpa mas sou mesmo assim»


Finalmente! O Esperança reconheceu que é um ordinário e mal-educado, e um pide das religiões (mas não só)!
Anónimo disse…
«Rectifico agora que sou a favor dos crentes mas contra as crenças»

E contra a crença no sócretino, já não é? Olhe deixe-me ser paternalista como você: eu também não tenho nada contra si; só sou contra a crendice na sócretinice!

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