O Vaticano sob ameaça

A segurança da Basílica de S. Pedro foi reforçada na sequência da ameaça de um ataque terrorista e o embaixador do Iraque comunicou à Imprensa italiana que os jihadistas querem matar o Papa.

Os jihadistas são assaz chanfrados para tentarem eliminar a concorrência e não restam dúvidas de que o Papa era um troféu simbólico importante para a corja, mas ficaria mal visto o Vaticano se as bênçãos de sucessivos papas não tivessem o poder de esconjurar tão diabólicas intenções num local repleto de santidade.

Uma teocracia, a transbordar de água benta e incenso, não pode deixar que demonífugos secularmente usados com eficácia se transformem em placebos.

Há, pois, um duplo receio na ameaça, a concretização de um crime e o desprestígio para a parafernália pia com que se invoca a proteção divina.

Esperemos que a cruz, capaz de repelir demónios, afaste os criminosos que deviam estar no manicómio ou na prisão.

Comentários

e-pá! disse…
Poderemos entender que a 'solução' perante a ameaça do EI será o exorcismo?
Julio disse…
Por favor!
A história do Romanismo papal é de crimes incontáveis, também.
Não é o papa que apregoa "Deus disse-me para vos dizer!", a maior aldrabice da religião?!
Religião favorece a mentira e o crime - havendo número suficiente de fanatáticos para obter poder político e acesso a armas letais.
.
A religião sempre foi uma árvore tóxica de fruto venenoso.
Abaixo a Concordata e o poder político do papa em Portugal!

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