Passos Coelho, a Tecnoforma e a memória

Passos Coelho foi acusado de alegados pagamentos da Tecnoforma, tão injustamente como Cavaco Silva de ter adquirido a casa da Coelha de forma pouco transparente.

Só a perseguição aos políticos de direita, graças a uma comunicação social, nas mãos de socialistas e comunistas, pode explicar esta sanha para quem usa na lapela a bandeira de Portugal e esconde o cravo para não denunciar simpatias de esquerda.

Os perseguidos não são de direita, como a comunicação social julga. Aí, engana-se. São comunistas, bloquistas e socialistas infiltrados no PSD e no CDS para desacreditarem os respeitáveis partidos.

Alguém duvida de que Duarte Lima, João Rendeiro, Jardim Gonçalves, Dias Loureiro, Arlindo de Carvalho, Joaquim Coimbra, Oliveira e Costa e muitos outros são agentes do PCP infiltrados para desacreditarem a direita? Ou julgam que a família Espírito Santo não esteve na URSS, na sequência do 25 de Abril, a receber formação ideológica?

Agora que o PM é genuinamente de direita, a esquerda persegue-o por, alegadamente, ter recebido 5.000 € mensais quando era deputado em exclusividade de funções. Como é que um deputado, em exclusividade de funções, sublinho, em exclusividade, tinha tempo para ver se lhe caíam na conta moedas de 5.000 euros, num total irrisório de 150.000 €, entre 1995 e 1999?

O PM é um nacionalista, não só gosta da sua pátria como gosta da dos angolanos donde recrutou os mais leais vassalos. Ainda o hão de acusar de ter ligações a Miguel Relvas e a Ângelo Correia!

Pedro Passos Coelho disse ter "consciência e convicção" de que cumpriu "sempre" as suas obrigações legais. Conhecem mais alguém com "consciência e convicção"?

Que querem estes esquerdistas?

Comentários

e-pá! disse…
Passos Coelho poderá estar a atravessar momentos difíceis.
A sua consciência embora afirme possuí-la aparece embotada por uma súbita amnésia e as convicções não sobrevivem às contradições.
Isto é, a circunstância dos factos denunciados ao MP, para serem investigados, sugerirem que o deputado Passos Coelho terá (?) - eventualmente - violado o estatuto de representante popular, acrescida da ocultação da recepção de valores que parecem indiciar fraude fiscal, deverão resultar, juridicamente, na qualificação de delitos já prescritos.
Todavia, a prescrição de eventuais delitos criminais, tem réplicas éticas e consequências políticas 'não branqueáveis' ao nível do carácter e comportamento cívico e os danos resultantes de uma hipotética confirmação dos factos em fase de investigação (segundo a PGR) na idoneidade política (diferente da individual) são irrevogáveis e politicamente devastadores. Não parecem 'coláveis' à extinção processual que, perante a sociedade, determina o cessar da responsabilidade criminal individual.
Ninguém se esquece que esta personagem pública - o primeiro-ministro do Governo da República - veio, repetidamente, a terreiro, acusar os portugueses de 'viverem acima das possibilidades', para (politicamente) 'justificar', entre outras decisões, a redução de retribuições salariais e pensões para proceder a brutais aumentos das contribuições e impostos.
Esta a contradição insanável que o envolve e, como visado (será esse o seu actual estatuto), nas recentes declarações sobre este caso, finge não estar a entender.
Nas suas circunstâncias jurídicas o problema parece fácil de esclarecer embora não se perceba porque ainda não foi constituído arguido. O mesmo não acontecerá - é público e notório - no contexto político.
Saúdo ruidosamente esta ironia!
Obrigado, Jorge. Abraço. Eu também tenho a agradecer a brisa que vem de «Ladrar à lua» e o oxigénio que aí respiro.

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