Um esforço diário para se tornar credível numa sociedade em confronto. Parabéns a todos os que fazem da RTP uma televisão que não teme confronto com a maioria dos canais públicos europeus.
Comentários
Anónimo disse…
post sem comentários!!! chicomartins
Anónimo disse…
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse…
Reconheço o esforço que tem sido feito para regenerar a imagem negativa que cultivou, antes e depois de Abril, de embrutecimento e manipulação dos espectadores. Lamento que perante a dicotomia serviço público e serviço comercial, continue, ainda que de forma menos evidente, a privilegiar este último.
Anónimo disse…
Anónimo [*] membro do Governo e do PS Qua Mar 07, 06:42:00 PM
Caro anónimo: 1 - A apropriação de uma condição que não tem é um acto que me dispenso de qualificar sob o ponto de vista ético;
2 - O comentário apagado já está no «Espaço dos leitores»;
3 - Não insista em repetir comentários.
Anónimo disse…
Caro Carlos Esperança
Eu sei, não são do seu agrado alguns comentários, logo o senhor censura e apaga...a um democrata, fica mal.
Li no excelente blogue De Rerum Natura , num post de Carlos Fiolhais , o seguinte: «De facto, o candidato a rei é autor de um opúsculo laudatório do Beato Nuno, onde se pode ler esta pérola: “Q uando passava de Tomar a caminho de Aljubarrota, a 13 de Agosto de 1385, D. Nuno foi atraído a Cova da Iria, onde, na companhia dos seus cavaleiros, viu os cavalos do exército ajoelhar, no mesmo local onde, 532 anos mais tarde, durante as conhecidas Aparições Marianas, Deus operou o Milagre do Sol» (“D. Nuno de Santa Maria - O Santo” , ACD Editores, 2005).»
Fiquei maravilhado com o que li e, sobretudo, por saber que o Sr. Duarte Pio escreve.
O Sr. Duarte Pio, suíço alemão, da família Bourbon, imigrante nacionalizado português pela conivência de Salazar e pelo cumprimento do Serviço Militar Obrigatório, podia emprestar a imagem às revistas do coração mas precaver-se contra a ideia de publicar opúsculos.
Claro que não é necessário saber falar para escrever e, muito menos, ...
Antes das 11 horas da manhã, uma numerosa comitiva de polícias, militares da GNR, e alguns outros do Exército, tomaram posições em frente à Igreja de Santa Cruz. Bem ataviados esperavam a hora de deixarem a posição de pé e mergulharem de joelhos no interior do templo do mosteiro beneditino cuja reconstrução e redecoração por D. Manuel lhe deu uma incomparável beleza. Não era a beleza arquitetónica que os movia, era a organização preparada de um golpe de fé definido pelo calendário litúrgico da Igreja católica e decidido pelas hierarquias policiais e castrenses. Não foi uma homenagem a Marte que já foi o deus da guerra, foi um ato pio ao deus católico que também aprecia a exibição de uniformes e a devoção policial. No salazarismo, durante a guerra colonial, quando as pátrias dos outros eram também nossas, não havia batalhão que não levasse padre. Podia lá morrer-se sem um último sacramento!? Éramos o país onde os alimentos podiam chegar estragados, mas a alma teria de seguir lim...
Comentários
chicomartins
Lamento que perante a dicotomia serviço público e serviço comercial, continue, ainda que de forma menos evidente, a privilegiar este último.
Caro anónimo:
1 - A apropriação de uma condição que não tem é um acto que me dispenso de qualificar sob o ponto de vista ético;
2 - O comentário apagado já está no «Espaço dos leitores»;
3 - Não insista em repetir comentários.
Eu sei, não são do seu agrado alguns comentários, logo o senhor censura e apaga...a um democrata, fica mal.