Homenagem a Guterres

O Alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados entende que a comunidade internacional tem de olhar para o mundo de uma forma diferente da actual. António Guterres diz que se estão a viver dias «difíceis e muito perigosos».


Há homens assim. Reúne a rara qualidade ética, a enorme dimensão cívica e a fulgurante inteligência.

Guterres, que foi o nosso melhor primeiro-ministro de sempre, é a maior personalidade que apareceu depois do 25 de Abril.

Comentários

Anónimo disse…
Continuo a preferir o Soares... esse sim, que deu a cara nos bons e nos maus momentos.

Guterres com toda a sua superior qualidade não ultrapassa Saores.

Portugal e a esquerda têm, ainda assim, uma incontornável reserva moral e politica em António Guterres.

Continuação de muitos sucessos, numa missão que tem granjeado o reconhecimento por todo o mundo.
Anónimo disse…
Sem dúvida, Guterres é um homem de qualidade superior, pena ter-se rodiado de muitos oportunistas, os tais "boys socialistas", autênticos vampiros do erário público.

O cargo internacional ocupado pelo ex-primeiro ministro, assenta-lhe muito bem. Ele sempre foi movido pela preocupação social, ao contrário do Sócretino que além de prepotente, é arrogante e colocou o povo português de mão estendida.
Anónimo disse…
Um homem bom rodeado de oprtunistas...o pior periodo portugues a seguir ao 25 de Abril...
Nuno disse…
Homem de principios que nunca teve capacidade de tomar decisões dificeis e foi o que se viu! Larga derrapagem orçamental e deficit recorde, pois não houve a autoridade e a firmeza de dizer basta, de tomar decisões impopulares e de reformar!
Claro que as reformas substanciais (que estão a ser feitas agora)deviam ter sido feitas por Cavaco, esse verdadeiro bluff e o pai do monstro, dado ter tido 2 maiorias absolutas e um quadro favorável de subsidios europeus que nunca mais se repetirá!
Anónimo disse…
Um homem excelente. Deixou portugal com uma crescimento economico sem precedentes. Contraio as despesas publicas como nunca antes tinhamos feito.
Casou com uma lesbica o que atesta ainda mais a sua condiçao humanista.
Distribuio empregos por todos que tinham cartam do PS. Era um homem bem sem duvida.
Eu arrisco a dizer que foi e continua a ser um dos maiores estadistas europeus de sempre. Melhor que Churchill, Tatcher, De Gaulle, Aznar e Salazar.
É um homem cuja força inspira multidoes.
Volta Guterres para o nosso pantano.
Anónimo disse…
no meu comentario anterior onde se le contraio, deverá ler-se contraiu
Anónimo disse…
Apesar da sua envolvente simpatia, apesar da sua superior inteligência, apesar da sua autenticidade, ao reivindicar-se portador de um humanismo cristão, apesar da sua boa vontade e das suas boas intenções, apesar do seu perfil moral exemplar, apesar de tudo isto, não considero António Guterres como um bom primeiro ministro.
Atribuo-lhe as mesmas responsabilidades, que também endosso a Cavaco Silva. A ambos faltou a grandeza e a clarividência de um visionário. A ambos faltou um grande plano estratégico de longo prazo, que definisse com clareza, objectividade e rigor as grandes mudanças operacionais a desenvolver para que Portugal beneficiasse estruturalmente da sua integração europeia. A ambos faltou a estatura do Marquês do Pombal.
Como primeiro-ministro, navegou de bolina e de cochado, e a sua saída precipitada do governo revela bem a dimensão do seu fracasso, embora se lhe reconheça a honestidade de o admitir.
E o seu maior erro foi o de ter avançado para a adesão à moeda única, de uma forma folclórica e festiva (na sua auto-satisfação de promover Portugal ao estatuto de um bom aluno da Europa,) promovendo-a a desígnio nacional e transformando em objectivo o que deveria ser um meio de alavancagem do desenvolvimento sustentado. E isto sem ter procedido às grandes reformas que se impunham. Em relação a Cavaco, goza do benefício da dúvida, por não ter tido uma maioria absoluta no parlamento, o que lhe tolhia os movimentos.
Mas, apesar disso, não o considero um mau governante. Os que vieram a seguir, da área do PSD, foram muito piores. Foram um autêntico desastre, levando os portugueses a olhar para política e para os políticos com uma endémica aversão.
Anónimo disse…
Escusado será dizer que Guterres pertence ao grupo dos estadistas "simpáticos" e "generosos", "humanistas, ...

Socrátes ficará na galeria dos "reformistas" , "determinados" e enformados de "elevado sentido de Estado". Até era mais fácil para o homem , fazer como a DUPLA Durão Barosso / Ferreira Leite e "FAZER DE CONTA QUE REFORMAVA" ou como o Santana Lopes /Bagão Felix e declarar do fim da crise económica por proclamação e ao mesmo tempo decretar que o paós precisava de alto-astral para vencer a crise!!!

Descansem, a História far-se-á daqui a 50 anos e aí vamos ver quem fica bem na fotografia...
Anónimo disse…
Forum dos leitores no espaço dos leitores acima, subordinado ao tema:
Que vantagens trouxe a república a Portugal?
RJ disse…
Foi um brilhante parlamentar, mas não considero que Guterres tenha sido um bom primeiro ministro. Nas suas legislaturas tivemos oportunidade de pôr o país para a frente com a ajuda dos fundos comunitários mas tal não se concretizou, ao contrário do exemplo irlandês. E não esqueçamos da grande asneira que foi dar as pastas da economia e finanças a Pina Moura.

Quando arranjou motivo para sair pirou-se mesmo e abandonou o "pântano".
Anónimo disse…
RJ:

Lembre-se do ministro Sousa Franco e da redução do défice que nos permitiu entrar no euro.

Imagine como estaríamos se o escudo fosse hoje a moeda com que se paga o petróleo.

Quanto à visão estratégica a história o julgará.

Em relação à coragem basta imaginar a ordem que deu para que um navio mercante avançasse para Bissau debaixo de fogo, para salvar centenas de pessoas. Ou o caso de Timor. Ou a tolerância e serenidade com que enfrentou a população de Entre-os-Rios.
Anónimo disse…
Ó Esperancinha:

Veja lá o que diz do homem, entenda-se Guterres, olhe que ele era católico e ia à missa!

Era um malvado, era um terrorista!

Isto há cada contradição neste democratas de merda!!!!
Anónimo disse…
Guterres teve o maior capital de esperança que um 1º Ministro teve em Portugal.
E delapidou-o todo por falta de envergadura para o papel.
Fica muito melhor no papel que hoje tem.

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