O mundo avança

A nova lei que o Governo da Andaluzia quer aprovar estipula que poderá ser aplicada uma multa até um milhão de euros aos médicos que insistam em manter com vida um doente terminal sem possibilidade de recuperação. A futura lei proíbe a obstinação terapêutica, entendida como a aplicação de «medidas injustificadas e inúteis de prolongar a vida», explica o jornal El País.

Comentários

Pai de Família disse…
Avança, pois então. Para o abismo, quer dizer.
Avança, a passos largos, para a "vitória final" da cultura de morte.

O que motiva esta gente a tamanhas barbaridades é algo que, reconheço, ultrapassa o meu entendimento.

Que obsessão pela morte e pela destruição os levará a encarar como avanço o acto de matar?

Qual o delírio, o destas pessoas, que as leva
a celebrar o holocausto infantil (homicídio-aborto) e a encarar como "avanço" a eutanásia, sabendo-se que uma vida terminada é uma tragédia?

Como é possível desprezar assim, tão levianamente, o valor da Vida e comemorar a morte?

A dificuldade que esta gente tem em respeitar os valores absolutos e intocáveis, como a Vida, é algo que me deixa perplexo.

Razão tem o Professor João César das Neves quando afirma que as políticas ditas "progressivas" foram a causa das maiores tragédias do Século XX.

Eu acrescento: do Século XXI, também!

É o que se vê.
e-pá! disse…
CE:

Acha que o médico antes de "desligar a máquina" não devia chamar um sacerdote, como sugeria, há dias, L' Osservatore Romano?
Depois, sempre havia a possibilidade de dividir a multa...
E se o "pai de família" quizer contribuir, tanto melhor...
e-pá:

Os sacerdotes dão-se mal com as novas tecnologias. Preferem a lapidação e a fogueira, mais de acordo com a tradição.

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