A ALEMANHA
A Alemanha comporta-se na Europa como um elefante numa loja de porcelanas. Quase sempre assim foi. Ao longo da História, sempre provocou sucessivas guerras. As duas últimas, já no século XX, alargaram-se a todo o Mundo, devastaram diversos países, e causaram milhões de mortos.
Um dos principais objetivos da unificação europeia depois da II Guerra Mundial, primeiro com a C.E.C.A. – Comunidade Europeia do Carvão e do Aço – depois com a C.E.E. – Comunidade Económica Europeia – e finalmente com a União Europeia, foi precisamente o de “domesticar” os ímpetos belicosos da Alemanha, integrando-a numa comunidade de países pacíficos.
A Alemanha deve muito à Europa e a outros países que atacou na II Guerra Mundial, que, depois de a terem vencido, ajudaram a reconstrui-la, designadamente com o Plano Marshall, e perdoando-lhe as devidas indemnizações de guerra. Também foi grandemente ajudada na sua reunificação, após a queda do Muro que a dividia.
É pois enorme a atual ingratidão germânica para com os países que, tendo sobejas razões para dela se vingarem quando a venceram, em vez disso a ajudaram generosamente.
A direita alemã sempre teve a pretensão de dominar a Europa. Não o tendo conseguido pelas armas, tenta agora consegui-lo com o dinheiro e a agiotagem. Cospe na mão que tanto a ajudou. Envenena o povo alemão convencendo-o de que os povos meridionais vivem à sua custa e passam os dias refastelados na praia a apanhar sol (coitados, eles quase não têm sol nem praias dignas desse nome, pelo que invejam as nossas!).
Ora, que eu saiba, nós não devemos nada à Alemanha. Devemos ao F.M.I., que é uma organização mundial, e ao Banco Central Europeu, que pertence a todos os países da zona euro, entre os quais Portugal, Espanha e Grécia. Mas a direita germânica, com Frau Merkel à cabeça, apresenta-se como se nós fôssemos seus relapsos devedores.
Pelo contrário, a Alemanha é que nos deve grande parte da sua riqueza. Nós, os “perdulários”, é que lhes enchemos os cofres, comprando-lhes os Mercedes, os BMWs, os inúteis submarinos do agora tão parcimonioso Portas e quejandas maquinetas (neste “nós” não me incluo eu, que não lhes compro nada; mesmo os carros que tenho tido são italianos, espanhóis ou britânicos; e acho profundamente lamentável que o Estado Português e as empresas públicas portuguesas, comportando-se como qualquer vulgar pato-bravo, continuem a comprar carros alemães quando há carros franceses, italianos e espanhóis tão bons ou melhores e muito mais baratos).
Em suma, a poderosa Alemanha, com a sua soberba de novo rico e o egoísmo da sua velha e perigosíssima direita, prejudica gravemente o ideal europeu.
Perante isto, quase se é levado a concordar com o antigo Presidente da França, General De Gaulle, quando, no tempo em que a Alemanha ainda estava dividida, dizia (em privado, claro): “Gosto tanto da Alemanha que até me agrada que haja duas!”.
Um dos principais objetivos da unificação europeia depois da II Guerra Mundial, primeiro com a C.E.C.A. – Comunidade Europeia do Carvão e do Aço – depois com a C.E.E. – Comunidade Económica Europeia – e finalmente com a União Europeia, foi precisamente o de “domesticar” os ímpetos belicosos da Alemanha, integrando-a numa comunidade de países pacíficos.
A Alemanha deve muito à Europa e a outros países que atacou na II Guerra Mundial, que, depois de a terem vencido, ajudaram a reconstrui-la, designadamente com o Plano Marshall, e perdoando-lhe as devidas indemnizações de guerra. Também foi grandemente ajudada na sua reunificação, após a queda do Muro que a dividia.
É pois enorme a atual ingratidão germânica para com os países que, tendo sobejas razões para dela se vingarem quando a venceram, em vez disso a ajudaram generosamente.
A direita alemã sempre teve a pretensão de dominar a Europa. Não o tendo conseguido pelas armas, tenta agora consegui-lo com o dinheiro e a agiotagem. Cospe na mão que tanto a ajudou. Envenena o povo alemão convencendo-o de que os povos meridionais vivem à sua custa e passam os dias refastelados na praia a apanhar sol (coitados, eles quase não têm sol nem praias dignas desse nome, pelo que invejam as nossas!).
Ora, que eu saiba, nós não devemos nada à Alemanha. Devemos ao F.M.I., que é uma organização mundial, e ao Banco Central Europeu, que pertence a todos os países da zona euro, entre os quais Portugal, Espanha e Grécia. Mas a direita germânica, com Frau Merkel à cabeça, apresenta-se como se nós fôssemos seus relapsos devedores.
Pelo contrário, a Alemanha é que nos deve grande parte da sua riqueza. Nós, os “perdulários”, é que lhes enchemos os cofres, comprando-lhes os Mercedes, os BMWs, os inúteis submarinos do agora tão parcimonioso Portas e quejandas maquinetas (neste “nós” não me incluo eu, que não lhes compro nada; mesmo os carros que tenho tido são italianos, espanhóis ou britânicos; e acho profundamente lamentável que o Estado Português e as empresas públicas portuguesas, comportando-se como qualquer vulgar pato-bravo, continuem a comprar carros alemães quando há carros franceses, italianos e espanhóis tão bons ou melhores e muito mais baratos).
Em suma, a poderosa Alemanha, com a sua soberba de novo rico e o egoísmo da sua velha e perigosíssima direita, prejudica gravemente o ideal europeu.
Perante isto, quase se é levado a concordar com o antigo Presidente da França, General De Gaulle, quando, no tempo em que a Alemanha ainda estava dividida, dizia (em privado, claro): “Gosto tanto da Alemanha que até me agrada que haja duas!”.
Comentários
A dúvida que se levanta após a recente 'reunificação' (Einigungsvertrag, 1990) é se a carga histórica não voltou a pesar nos moldes belicosos que estiveram pressentes na unificação de 1871 (Prússia) que determinou uma política imperialista conhecida como a 'Weltpolitik' que foi o rastilho (remoto) da I Guerra Mundial.
A actual postura alemã não deixará de entroncar-se nestes meandros históricos e será legítimo pensar que morta (ou dominada) a doutrina nazi estamos a assistir ao renascimento do 'pangermanismo'.
Este regresso a matrizes históricas, políticas e culturais recuadas (e aparentemente 'ultrapassadas'), imbuídas de um primitivo 'espírito germânico' (diferente do conceito actual de 'alemão'), corre o risco de conduzir-nos à reedição de conflitos, agora pela via (dominação) económica e financeira.
Hoje, parece renascer na Alemanha (nos dirigentes políticos da Direita alemã) o espectro de uma ideologia construída por Bismark - a 'Völkische Ideologie' - que foi o fundador do 'Reich', e como a História demonstrou, não conduziu a 'soluções' pacíficas. Resumindo: Os bárbaros 'ajustamentos' que alguns países europeus exprimentam actualmente sob a intransigente batuta de Berlim são instrumentos táticos que se encaixam numa envolvente estratégia europeia de concepção 'pangermânica', isto é, satélite da 'Grande Alemanha'.
O resultado desta recente mutação política e económica que está a ser 'tentada' com o propósito de englobar toda a UE – a ‘obrigatoriedade’ de inscrição dos limites do défice público na Constituição é disso um exemplo - está longe de concitar consenso e, esse facto, conduzirá inevitavelmente ao seu desmascaramento. Provavelmente, só necessitará de mais algumas reuniões do Conselho Europeu.
A 'resistência' dos povos europeus começa a levantar-se - tal como no passado - por todo o lado... e convoca-nos a todos.
Estou convicto que mais esta tentativa de (encapotadamente) fazer renascer o ‘velho império’ não passará impune.
Os povos europeus não demorarão a encontrar 'novos caminhos'...
Os Francos e os Anglos e Saxões são alemães para todas as guerras
Godos não baptizados são deuschte...gentinha
DOS ALEMÃES QUE PROVOCAM TODAS AS GUERRAS DESDE QUE SE ATIRARAM AO JÚLIO CÉSAR E AO OUTRO COM NOME DE MÊS DE FÉRIAS
A Alemanha - esta e aquela Alemanha - nasceu ao morrer dos escombros do nazismo e, como é políticamente correcto, repudia publicamente o execrável regime que a destruiu em meados do séc. XX. mais ou menos en 1945...
A dúvida que se levanta após a recente 'reunificação' (Einigungsvertrag, en alemão fica mai fino 1990) é se a carga histórica e histérica do ai a tolah e o tolan do soaristão não voltou a pesar nos moldes belicosos que estiveram pressentes na unificação de 1871 (Prússia) que determinou uma política imperialista conhecida como a 'Weltpolitik' que foi o rastilho (remoto) da I Guerra Mundial....e da segunda e da terceira tudo feito sozinho e sem ajuda
e sem esquecer a queda do império romano
A actual postura alemã não deixará de entroncar-se nestes meandros históricos e será legítimo pensar que morta (ou dominada) a doutrina nazi estamos a assistir ao renascimento do 'pangermanismo' agora in negrito pois tá cheio de kanaks e moçambicanos da RDA
Este regresso a matrizes matemáticas e históricas, e con ti nua políticas e culturais recuadas (e aparentemente 'ultrapassadas'), imbuídas de um primitivo 'espírito germânico' (diferente do conceito actual de 'alemão'), corre o risco de conduzir-nos à reedição de conflitos, agora pela via (dominação) económica e financeira.
Hoje, parece renascer na Alemanha (nos dirigentes políticos da Direita alemã) o espectro de uma ideologia construída por Bismark - a 'Völkische Ideologie' - que foi o fundador do 'Reich', e como a História demonstrou, não conduziu a 'soluções' pacíficas. Resumindo: Os bárbaros 'ajustamentos' que alguns países europeus exprimentam actualmente sob a intransigente batuta de Berlim são instrumentos táticos que se encaixam numa envolvente estratégia europeia de concepção 'pangermânica', isto é, satélite da 'Grande Alemanha'.
O resultado desta recente mutação política e económica que está a ser 'tentada' com o propósito de englobar toda a UE – a ‘obrigatoriedade’ de inscrição dos limites do défice público na Constituição é disso um exemplo - está longe de concitar consenso e, esse facto, conduzirá inevitavelmente ao seu desmascaramento. Provavelmente, só necessitará de mais algumas reuniões do Conselho Europeu.
A 'resistência' dos povos europeus começa a levantar-se - tal como no passado - por todo o lado... e convoca-nos a todos.
Estou convicto que mais esta tentativa de (encapotadamente) fazer renascer o ‘velho império’ não passará impune.
Os povos europeus não demorarão a encontrar 'novos caminhos'...
qui Nov 01, 06:57:00 p.m.
Blogger O Eleitorado Morre Mas Não Se Rende.
É verdade provocou a guerra dos 100 anos, a dos 30 anos fê-la quase sozinha e as guerras napoleónicas todas, tirando o palatinado ter atacado ferozmente luiz XV e XIV e os saxões terem-se suicidado em massa frente ao carlos que era Franco mas não era pagão....
Os Francos e os Anglos e Saxões são alemães para todas as guerras
Godos não baptizados são deuschte...gentinha
qui Nov 01, 10:55:00 p.m.
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Dicatat oleh os alemães são lixados meu
é preciso bater-lhes para largarem o dinheiro
peores cus judeus que queimavamos nos bons tempos en que metíamos barcaças cheias de mulheres e meúdos ao fundo
porque nã havia inda casa pia....
as potencias dominantes europeias em 14 queriam se bater e eliminar a concorrencia.
a 1ª guerra foi combate entre concorrentes.. que visavam monopolizar a economia mundial.
a França tinha perdido a Alsacia e Lorena pros alemaes e entao desenvolveu forte sentimento de germanofobia (les "boches"! les "fritz").
a Alemanha perdeu a 1ª guerra... (ainda tinha 2 aliados fracos.. Austria-Hungria e Otomanos).
depois da 1ª guerra ... A França chegou a ocupar o Ruhr no intuito de forçar a Alemanha a pagar reparações de guerra. (vi video de soldados franceses dando tapas e chutes em transeuntes alemães). Hitler explorou esse incidente pra expressar sua ira contra Paris.
Não a toa que Hitler obrigou os franceses a assinar a rendição em Compiegne em 1940 (resposta ao armisticio de 1918).
antes de Hitler começar a aterrorizar a Europa o .. Japão aprontava no Oriente... inclusive massacrava chineses ... e inclusive navio ocidental !
sobrea divisão da Alemanha;.... existe sentimento dúbio em relação a essa divisão.. alguns aprovavam isso pois impedia a Alemanha de ser forte outros condenavam... por causa do muro.
lembremos que a divisão da Alemanha foi legitimada pela conferencia de Yalta por EUA,GB e URSS.