E SE EU FOSSE PRESIDENTE DA CÂMARA?...(1)

Por
Luís Fernandes

Com agradável surpresa, fui convidado pelo Luís Santos, coordenador de edição do “Campeão das Províncias”, a escrever um texto a desafiar o poder local a recuperar a Baixa da cidade.

Naturalmente que me sinto honrado pelo convite. O título em apêndice é da minha responsabilidade, não me foi proposto. Escolhi-o porque, penso, que se, numa viagem imaginária, eu me transportar para a cadeira do paço, talvez consiga pensar como chefe do executivo e, por outro, na distância necessária de munícipe.

Metaforicamente, tomei agora posse. Como independente, obtive a maioria. Obrigado pelas suas palmas. Como qualquer político que se preze, prometo tudo fazer para não o desiludir. Mas tenho dúvidas que tal aconteça. Estou muito céptico em acreditar que vou corresponder às aspirações de todos. Estão extraordinariamente elevadas. Depositaram demasiadas esperanças em mim. Mesmo assim, correndo o risco de ser apedrejado, honestamente, neste meu mandato de sonho, farei o melhor que souber.

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