O que Paulo Portas nunca diria

Comentários

Anónimo disse…
Tenho de dar os parabéns ao nosso Governo! Completamente de acordo. O EUA não têm legitimidade para apontar o dedo a quem quer que seja sobre os direitos Humanos.
Anónimo disse…
Nesta matéria, não podem olhar para o presente nem para o passado. Têm uma história muito triste.
Anónimo disse…
Trata-se efectivamente de uma resposta adequada.
Mas atenção! Será bom que não fiquemos apenas pela "retórica" e ponhamos em prática o respeito pelos Direitos Humanos.
Anónimo disse…
Há um pormenor extremamente interessante que não tem sido realçado.
A reacção do Governo português partiu, atempadamente, do Ministério da Administração Interna (MAI), em termos correctos e sublinhando a nossa soberania.

O MNE - Luís Amado - ficou, por enquanto, quedo e mudo.
Não é impunemente que se tem o estatuto de professor visitante na Universidade de Georgetown (Washington).
O nosso MNE parece ter algumas dificuldades em lidar com os Direitos Humanos, nomeadamente, quando os EUA estão envolvidos no assunto.
Já foi assim com os voos da CIA...
Pelo que o deficit de independência em relação aos EUA, não reside só (mas também) no Dr. Paulo Portas.

De qualquer modo, é de saudar a posição do MAI em relação à despudorada interferência do Departamento de Estado americano nos assuntos portugueses. Na verdade, deveria dar maior atenção à escandalosa situação que tem ao pé da porta - Guantámano. Deste modo, ocuparia melhor, e mais legitimamente, o seu precioso tempo.

De louvar, também, o facto do XVII Governo Constitucional afirmar que está atento aos relatórios de ONG's, que trabalham na área dos Direitos Humanos como, por exemplo, a Amnistia Internacional.

Os Direitos Humanos são, efectivamente, a "pedra de toque" das democracias.

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