Maldito proselitismo

Fotografia tirada durante a manifestação de
«A Religião e a Paz» recentemente celebrada
pela comunidade muçulmana em Londres.

Comentários

Anónimo disse…
inveja dos sionistas!
Julio disse…
O termo “DOMINARÁ” é altamente ofensivo! Antes que isso aconteça, ouvir-se-ão detonando sobre a área algumas explosões nucleares!...
Dizer numa manifestação sobre "A religião e a paz" que "o Islão dominará o mundo" é algo de contraditório e bem revelador do que os islamistas entenden por "paz".
e-pá! disse…
A política de multiculturalismo no Reino Unido vem sofrendo desde os atentados de 7 de Julho (2006), múltiplos reveses e irrecuperáveis retrocessos.

Referindo-se, na altura, aos muçulmanos Blair afirmou que não aceitariam "vendedores de ódio, qualquer que seja a sua raça, religião ou credo".

Esta ameaça política, mas também étnica e religiosa, levou a que fosse suspensa uma professora muçulmana que insistia em usar o véu islâmico na sala de aulas exportando o "problema francês" para Londres.

Os ingleses nunca tiveram especial propensão para proceder a integrações - política, social e religiosa - de estrangeiros, pelo que o multiculturalismo que Blair, aparentemente, defende é mais um chavão do que uma intenção.
Aliás, diga-se em boa verdade que, nestes sentimentos, é acompanhado por muitos europeus.

A comunidade muçulmana na Grã-Bretanha é enorme. Representa 1,6 milhões de indivíduos, cerca de 3%da população total do Reino Unido.

É difícil a qualquer estrangeiro e será mais para um muçulmano, integrar-se.
Esta transmutação só é possível pela perda do "direito a serem diferentes".
A preservação da própria identidade cultural (deixo de fora a religiosa) no estrangeiro exige estruturas de integração verídicas que os sectores públicos sociais não disponibilizam.
Isto não se passa só no Reino-Unido, mas na maioria dos países da UE.

Claro que o problema religioso vem agravar o problema da integração.

Depois dos atentados de 7 de Julho (2006) os migrantes sofreram uma drástica redução dos subsídios do Estado aos grupos religiosos e raciais, acrescentando que estes terão a partir de agora de provar o seu empenho na integração antes de receberem fundos públicos.

Alguns de nós conhecemos estas "declarações de bom comportamento cívico" onde se abjuram convições, sentimentos, doutrinas, etc. Sabemos como elas eram humilhantes.
E a humilhação não é o melhor caminho para a integração.

A redução de subsídios é um rude golpe na políticas de integração e um severo obstáculo na aplicação de uma aitude de preservação do multiculturalismo.

Muito deste dinheiro foi "desviado" para tornar, por exemplo, Londres num imenso campus pejado de câmaras de vigilância...

A arrogância prosélita do muçulmano que exibe o cartaz "O Islão dominará o Mundo" decorre, historicamente, depois das guerras do Afeganistão e do Iraque promovidas pelos EUA.

A partir desse momento tomamos consciencia - excepto Bush e a sua clique de que Blair fez parte - que o mundo ficou ainda mais perigoso.

Este nunca foi o tema de uma ampla conferência internacional que discutisse estes problemas.

O fanático manifestante referenciado no certame "A Religião e a Paz" está desenquadrado civicamente e no aspecto religioso.
Confunde a rua com uma madrasa... e a liberdade de se manifestar com incitamentos a prepotências.

Muito do que diz respeito a uma cultura ocidental (judaico-cristã)nos separa deste muçulmano.
Pelo que ele é, antes de tudo, o retrato do falhanço do multiculturalismo e uma prosaica exibição do fundamentalismo religioso que não se contenta com pouco: quer dominar o Mundo!
Caro é-pá
mas porque é que os muçulmanos, se detestam a cultura europeia, vêm
justamente para a Europa?
e uma vez na Europa, porque não respeitam a cultura europeia?
Eu póprio tenho a experiência de viver num país estrangeiro: antes do 25 de Abril, estive 4 anos exilado na Bélgica. Mas:
1-Não saí do meu país porque quis, nem para ganhar mais dinheiro; fui obrigado a fugir;
2-Não procurei um país cuja cultura detestasse ;
3- sendo a Bèlgica uma monarquia, e eu republicano, nunca me passou pela cabeça - nem pela dos muitos exilados republicanos que lá estavam - promover manifestações republicanas;
4- pelo contrário, mantendo embora as minhas convicções, sempre respeitei as instituições e os costumes do país que me acolheu.

Aliás, o primeiro contacto que tive com este problema foi justamente em Londres, que visitei numas férias nos anos 80. Claro que fui visitar o Hyde Park. Mas o que lá vi não me agradou nada; foi um muçulmano a insultar-nos, dizendo que nós, europeus, éramos uma cambada de adúlteros e bêbedos!

Porque não vão para o Irão?!
E - pá:

«A preservação da própria identidade cultural (deixo de fora a religiosa) no estrangeiro exige estruturas de integração verídicas que os sectores públicos sociais não disponibilizam.»

RE: Penso que a reciprocidade é um dever para com o pluralismo e a democracia.

O que sucede nos países islamizados? Criam estruturas de integração para cristãos, judeus, ateus e budistas, por exemplo?

Devemos deixar p proselitismo à solta ou temos o direito de o impedir com base na não reciprocidade?
Anónimo disse…
Qual a opinião de vocês sobre Bósnia e Albânia??? são 2 paises europeus de maioria islamica!

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