Um crime que não pode ser esquecido



Um pequeno monumento sobre uma grande memória, em frente à Igreja de S. Domingos, onde o massacre começou. Um crime que os dominicanos carregam, fruto do antissemitismo cristão
(Foto do meu amigo M. P. Maça)

Comentários

Lucífer disse…
Mas nao há placas comemorativas do massacre de milhoes de pretos e outros tantos feitos escravos?
septuagenário disse…
Ó Lúcifer, dos massacres dos "milhões de pretos" não se pode ainda fazer a placa, porque ainda não parou esse massacre.

Continua com o Ruanda, o 27 de Maio em Luanda, o Biafra e as mesquitas e basílicas alí de umas redondezas muito religiosas,e ainda Ceuta, Melilla e Lampedusa.

Não vai haver bronze para tanta placa!
septuagenário disse…
Este comentário foi removido pelo autor.
Manuel Galvão disse…
Há quem diga que havia corpos às centenas a serem queimados no Rossio... e que isso tinha sido por ordem dos franceses (ou seriam holandeses?) desembarcados de um navio, chamados pelo rei para ajudarem a combater o surto de Peste que vitimara 1/3 da população de Lisboa (por questões religiosas os lisboetas abominavam a incineração de corpos de cristãos).
Havia certamente muitos judeus na pilha. Os dizimados pela peste e outros, perseguidos como sendo os causadores do surto de doenças (puro obscurantismo), mas a grande maioria dos mortos eram vítimas da peste.
A estória que que só foram queimados judeus está muito mal contada, pois muitas vinganças foram feitas nesses dias em que o poder caiu na rua, matando também muitos cristãos em ajuste de contas.
Este monumento invocando a data, parece uma extensão da vasta publicidade sobre os 6 milhões de judeus vítimas do nazismo. Como se o nazismo não matasse indiscriminadamente todo aquele que se opunha de qualquer forma ás leis do regime.

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