A excelência do ensino de Durão Barroso

Faltam 10 dias para celebrarmos Abril, longe de quem o detesta e com asco do ensino que Durão Barroso acha de excelência. O livro da imagem foi o primeiro que lhe deformou a mente, entorpeceu a sensibilidade e aguçou o oportunismo.

É desse ensino, e dos alunos que nunca chegaram a homens, que a vergonha, o nojo e a raiva nos acompanham. Que interessam dezenas de mortos que diariamente morrem no Iraque, vítimas do ódio sectário dos cruzados dos Açores e dos interesses do petróleo?

Há quem troque  a ética, a coluna vertebral e a vergonha, por ambições de uma carreira, um almoço de lagosta pela fome e doença de crianças, o lugar de destaque pela tragédia de um povo.

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