Francisco Leal Paiva e a crise académica de 1962

Poucos conhecerão este destacado dirigente académico bem como a crise de 1962 em que ele foi protagonista. É da Guarda, um conterrâneo meu e uma referência para os estudantes do meu tempo. Tive o privilégio de o encontrar cerca de 30 anos depois.

Esteve exilado terminou a sua vida profissional como diretor da maternidade de Faro. O clínico respeitado, e hoje reformado, foi um combatente antifascista que não esqueceu a solidariedade de quem corria riscos para lha prestar.

Eis o testemunho da solidariedade recebida por um proscrito que o fascismo expulsou da Universidade durante dois anos. 




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