A frase

«De cada vez que uma medida de poupança de despesa não é possível de prosseguir, o Governo não tem outra possibilidade que não a de ir pelo lado da receita».

(Pedro Passos Coelho, mostrando conhecimentos de português iguais aos que possui da CRP)

- Onde se lê: «… não é possível…», devia ler-se «…não seja possível…»
(O conhecimento das conjugações no modo verbal do conjuntivo é imprescindível).

- Onde se lê: «…que não a de ir…», deve ler-se «…que não ‘seja’ a de ir…».

Finalmente, «…ir pelo lado da receita…» não significa obrigatoriamente atirar-se aos vencimentos dos funcionários públicos e às pensões, mas isso é gramática política.

Comentários

Como diria Camilo: nem lógica nem gramática!
Agostinho disse…
Ainda há novas oportunidades? Mande -o ter com o Crato para fazer exame da primária. Depois logo se vê qual a melhor receita: de caras ou de cernelha.

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